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No isolamento à porta fechada, o corpo móbil transpira anseios claustrofóbicos de evasão, que nem sempre consegue materializar. Os pensamentos minam, como infestações, esses caminhos: fobias reacendem, elefantes crescem para lá da escala do lugar, vultos inexistentes emanam em neblinas, como formas outras de congelamento.
Há algo que não bate certo, de ridículo até, nesta desproporção. O conflito interno entre sucumbir ao medo e manter a presença de espírito, na dúvida latente entre o perigo e o exagero, opera em grande escala e por contradição. Engendram-se planos de fuga que se despenham, no mergulho para lugares vulneráveis, como formas de lidar com a aversão, o bloqueio e a compulsão.
Esta exposição conta com o apoio da Direção-Geral das Artes, da Escola Superior de Educação do Porto, da Junta de Freguesia do Bonfim e do MIRA Galerias.
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No isolamento à porta fechada, o corpo móbil transpira anseios claustrofóbicos de evasão, que nem sempre consegue materializar. Os pensamentos minam, como infestações, esses caminhos: fobias reacendem, elefantes crescem para lá da escala do lugar, vultos inexistentes emanam em neblinas, como formas outras de congelamento.
Há algo que não bate certo, de ridículo até, nesta desproporção. O conflito interno entre sucumbir ao medo e manter a presença de espírito, na dúvida latente entre o perigo e o exagero, opera em grande escala e por contradição. Engendram-se planos de fuga que se despenham, no mergulho para lugares vulneráveis, como formas de lidar com a aversão, o bloqueio e a compulsão.
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