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Desempacotando a Minha Biblioteca é uma reflexão profunda sobre a vivência dos cidadãos portuenses na sua relação com o livro e literatura, construída sobre múltiplas camadas de história, das quais existem ainda vestígios por ler. O espetáculo propõe uma leitura demorada das paredes agora vazias da Biblioteca Municipal Pública do Porto, entre o que é visível e o que tem lugar no imaginário, em quase 200 anos de espólio e personagens, em permanente reconstrução. Abrir o próprio edifício da biblioteca à leitura pode configurar o bilhete de admissão para a nossa memória futura comum, fazer-nos regressar aos livros que nunca leremos, convidar-nos a estarmos presentes no momento da sua criação, esse lugar onde o improvável pode muito provavelmente voltar a acontecer. Os livros são como uma picareta para o mar gelado dentro de nós, dizia Kafka. Então, pergunta o Bairro dos Livros, como ler uma biblioteca vazia? Utilizando o mesmo instrumento com que, à volta de uma fogueira comunitária, acendemos as imagens — uma sala, uma estante, uma página, uma história de cada vez.
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Desempacotando a Minha Biblioteca é uma reflexão profunda sobre a vivência dos cidadãos portuenses na sua relação com o livro e literatura, construída sobre múltiplas camadas de história, das quais existem ainda vestígios por ler. O espetáculo propõe uma leitura demorada das paredes agora vazias da Biblioteca Municipal Pública do Porto, entre o que é visível e o que tem lugar no imaginário, em quase 200 anos de espólio e personagens, em permanente reconstrução. Abrir o próprio edifício da biblioteca à leitura pode configurar o bilhete de admissão para a nossa memória futura comum, fazer-nos regressar aos livros que nunca leremos, convidar-nos a estarmos presentes no momento da sua criação, esse lugar onde o improvável pode muito provavelmente voltar a acontecer. Os livros são como uma picareta para o mar gelado dentro de nós, dizia Kafka. Então, pergunta o Bairro dos Livros, como ler uma biblioteca vazia? Utilizando o mesmo instrumento com que, à volta de uma fogueira comunitária, acendemos as imagens — uma sala, uma estante, uma página, uma história de cada vez.
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