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Um dia para celebrar, cuidar, criar e partilhar!
Como podemos continuar a cuidar de um espaço que é de todos? E como celebrar as relações, as experiências e as ideias que aqui ganharam vida?
A sessão #33 assinala o encerramento do Cultivar a Proximidade com um dia de encontro nos Lavadouros das Fontaínhas, reunindo participantes, artistas, parceiros e comunidade para celebrar o percurso desenvolvido ao longo do projeto. Entre práticas de cuidado, experiências artísticas, momentos de partilha à mesa, música e memória, esta festa propõe revisitar o trabalho realizado e reconhecer as relações que foram sendo construídas em torno deste espaço.
Ao longo do dia, os Lavadouros tornam-se palco de diferentes formas de apropriação e experimentação deste espaço!
As ações de manutenção das intervenções desenvolvidas no âmbito do projeto, no tanque, com os Landra - Sara Rodrigues e Rodrigo Camacho, e nas telas de sombreamento triangulares, com a Rita Faustino, da Oficina Josefina, convidam a comunidade a envolver-se na continuidade do cuidado dos elementos criados.
Mais do que preservar os resultados alcançados, estas ações procuram sublinhar que a transformação de um espaço público não se esgota na intervenção inicial: prolonga-se através da atenção, da utilização e do compromisso de quem o frequenta.
A programação abre espaço à experimentação e à criação partilhada, com a oficina Legumes Musicais, dinamizada por Minus & MRDolly, e uma jam session que reúne os participantes em torno da improvisação musical.
Entre estes momentos, o almoço estendido, com Momonimo - Mónica Esteves, prolonga a experiência de convivência, valorizando a mesa como lugar de encontro, troca de experiências e construção de proximidade.
Inclui também a apresentação pública de um vídeo-documentário, produzido por João Paulo Abreu, que convida a revisitar o percurso do Cultivar a Proximidade, reunindo memórias, experiências e resultados do trabalho desenvolvido.
A celebração prolonga-se pela gastronomia e pela música, com os comes e bebes assegurados pelo café local Azul e Branco e uma noite dedicada aos Fados das Fontaínhas.
Através das vozes de Carlos Nelson, Luísa Nascimento, Felicidade Carreira e Belmiro Dias, acompanhados por Augusto Mandim, na guitarra, e Cândido Martins, na viola de fado, com apresentação de Júlio Loureiro, a festa termina num encontro com a música e a tradição, profundamente ligadas à identidade cultural deste território.
Entre o cuidado, a criação artística, a partilha de conhecimento, a memória e a celebração, esta sessão reúne diferentes dimensões do projeto num programa aberto à participação da comunidade. Mais do que marcar o fim de um ciclo de atividades, a festa de encerramento procura dar continuidade ao que foi construído em conjunto, reconhecendo que a vitalidade de um espaço coletivo depende das relações que nele se estabelecem e da vontade de continuar a habitá-lo.
Os Lavadouros das Fontaínhas afirmam-se, assim, como um lugar de encontro e de possibilidades, onde práticas quotidianas, expressões artísticas e saberes partilhados podem coexistir e gerar novas formas de apropriação comunitária.
O encerramento do Cultivar a Proximidade torna-se, por isso, uma oportunidade para celebrar o caminho percorrido e abrir espaço a novas relações, iniciativas e formas de cuidar deste lugar em comum.
Junta-te a nós nesta celebração!
Inscreve-te através do formulário ou envia email para o cultivaraproximidade@gmail.com
Até lá!
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Um dia para celebrar, cuidar, criar e partilhar!
Como podemos continuar a cuidar de um espaço que é de todos? E como celebrar as relações, as experiências e as ideias que aqui ganharam vida?
A sessão #33 assinala o encerramento do Cultivar a Proximidade com um dia de encontro nos Lavadouros das Fontaínhas, reunindo participantes, artistas, parceiros e comunidade para celebrar o percurso desenvolvido ao longo do projeto. Entre práticas de cuidado, experiências artísticas, momentos de partilha à mesa, música e memória, esta festa propõe revisitar o trabalho realizado e reconhecer as relações que foram sendo construídas em torno deste espaço.
Ao longo do dia, os Lavadouros tornam-se palco de diferentes formas de apropriação e experimentação deste espaço!
As ações de manutenção das intervenções desenvolvidas no âmbito do projeto, no tanque, com os Landra - Sara Rodrigues e Rodrigo Camacho, e nas telas de sombreamento triangulares, com a Rita Faustino, da Oficina Josefina, convidam a comunidade a envolver-se na continuidade do cuidado dos elementos criados.
Mais do que preservar os resultados alcançados, estas ações procuram sublinhar que a transformação de um espaço público não se esgota na intervenção inicial: prolonga-se através da atenção, da utilização e do compromisso de quem o frequenta.
A programação abre espaço à experimentação e à criação partilhada, com a oficina Legumes Musicais, dinamizada por Minus & MRDolly, e uma jam session que reúne os participantes em torno da improvisação musical.
Entre estes momentos, o almoço estendido, com Momonimo - Mónica Esteves, prolonga a experiência de convivência, valorizando a mesa como lugar de encontro, troca de experiências e construção de proximidade.
Inclui também a apresentação pública de um vídeo-documentário, produzido por João Paulo Abreu, que convida a revisitar o percurso do Cultivar a Proximidade, reunindo memórias, experiências e resultados do trabalho desenvolvido.
A celebração prolonga-se pela gastronomia e pela música, com os comes e bebes assegurados pelo café local Azul e Branco e uma noite dedicada aos Fados das Fontaínhas.
Através das vozes de Carlos Nelson, Luísa Nascimento, Felicidade Carreira e Belmiro Dias, acompanhados por Augusto Mandim, na guitarra, e Cândido Martins, na viola de fado, com apresentação de Júlio Loureiro, a festa termina num encontro com a música e a tradição, profundamente ligadas à identidade cultural deste território.
Entre o cuidado, a criação artística, a partilha de conhecimento, a memória e a celebração, esta sessão reúne diferentes dimensões do projeto num programa aberto à participação da comunidade. Mais do que marcar o fim de um ciclo de atividades, a festa de encerramento procura dar continuidade ao que foi construído em conjunto, reconhecendo que a vitalidade de um espaço coletivo depende das relações que nele se estabelecem e da vontade de continuar a habitá-lo.
Os Lavadouros das Fontaínhas afirmam-se, assim, como um lugar de encontro e de possibilidades, onde práticas quotidianas, expressões artísticas e saberes partilhados podem coexistir e gerar novas formas de apropriação comunitária.
O encerramento do Cultivar a Proximidade torna-se, por isso, uma oportunidade para celebrar o caminho percorrido e abrir espaço a novas relações, iniciativas e formas de cuidar deste lugar em comum.
Junta-te a nós nesta celebração!
Inscreve-te através do formulário ou envia email para o cultivaraproximidade@gmail.com
Até lá!
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