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No âmbito da Semana Internacional dos Arquivos, subordinada ao tema “Arquivos para a Justiça, Direitos e Futuro”, o percurso orientado Ana Plácido: Vida e Obra dá a ver a vida, a personalidade e o legado de uma das figuras mais marcantes da cultura portuguesa.
Escritora de voz própria, Ana Plácido foi durante muito tempo eclipsada pela narrativa dominante da sua época. O seu percurso atravessa episódios decisivos e controversos, entre os quais a prisão na Cadeia da Relação, no Porto, na sequência da acusação de adultério com Camilo Castelo Branco, de que viria a ser absolvida. Entre silêncio, julgamento público e escrita, afirma-se uma trajetória marcada pela resistência e pela persistência de uma identidade literária própria.
Através de um itinerário pelas ruas do Porto e de fotografias do arquivo do CPF, o percurso cruza cidade, memória e património, tornando visível a forma como o espaço urbano guarda e reinscreve histórias de vida. Neste diálogo entre arquivo e território, Ana Plácido emerge como figura central, devolvida ao olhar contemporâneo.
O percurso sublinha, assim, o papel dos arquivos não apenas como lugar de preservação, mas como espaço de revelação, onde a memória coletiva se reconstitui e se torna presente, abrindo caminho a uma leitura mais consciente e crítica do passado.
Participação gratuita sujeita a inscrição via formulário ou para o e-mail sonia.silva@cpf.dglab.gov.pt até 11 de junho
Lotação máxima de 30 participantes
No âmbito da Semana Internacional dos Arquivos, subordinada ao tema “Arquivos para a Justiça, Direitos e Futuro”, o percurso orientado Ana Plácido: Vida e Obra dá a ver a vida, a personalidade e o legado de uma das figuras mais marcantes da cultura portuguesa.
Escritora de voz própria, Ana Plácido foi durante muito tempo eclipsada pela narrativa dominante da sua época. O seu percurso atravessa episódios decisivos e controversos, entre os quais a prisão na Cadeia da Relação, no Porto, na sequência da acusação de adultério com Camilo Castelo Branco, de que viria a ser absolvida. Entre silêncio, julgamento público e escrita, afirma-se uma trajetória marcada pela resistência e pela persistência de uma identidade literária própria.
Através de um itinerário pelas ruas do Porto e de fotografias do arquivo do CPF, o percurso cruza cidade, memória e património, tornando visível a forma como o espaço urbano guarda e reinscreve histórias de vida. Neste diálogo entre arquivo e território, Ana Plácido emerge como figura central, devolvida ao olhar contemporâneo.
O percurso sublinha, assim, o papel dos arquivos não apenas como lugar de preservação, mas como espaço de revelação, onde a memória coletiva se reconstitui e se torna presente, abrindo caminho a uma leitura mais consciente e crítica do passado.
Participação gratuita sujeita a inscrição via formulário ou para o e-mail sonia.silva@cpf.dglab.gov.pt até 11 de junho
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