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António Ramos Rosa (1924 - 2013), poeta, tradutor e crítico português, deixou-nos um legado profundo de emancipação de ideias, de alguém que não permitiu que as circunstâncias da vida e da época se sobrepusessem à necessidade de explorar o íntimo, a existência e os sonhos, assim como o pensamento próprio e do mundo. A revista “Árvore: folhas de poesia”, publicada no Outono de 1951, embora efémera, foi um dos seus inúmeros atos de resistência, principalmente orientada para a discussão e crítica, incluindo não só a divulgação da poesia de jovens poetas (nacionais e internacionais) e recensões críticas de obras poéticas, como também ensaios “em defesa da Poesia”.
Nesta conversa, pela voz de Marília Miranda Lopes (1969), poetisa e cantautora portuguesa, celebraremos a beleza e a necessidade da poesia, inerente à nossa existência, e da sua capacidade de recriar outros universos. Assim, ficaremos a conhecer um pouco da sua obra poética e, nas suas palavras - “Deslocam-me no cais as embarcações do tempo…” (Poema Cais, Comprimidos literários, M. Lopes, Correio do Porto, 2021), viajaremos no tempo, na escuta da poesia viva de António Ramos Rosa, com um eterno lugar ao sol, a sentir a liberdade no rosto.
Dar lugar a encontros é dar lugar à vida, e há coisas que não se adiam - “Não posso adiar este abraço/Não posso adiar o coração” (Não posso adiar o amor, em Viagem Através duma Nebulosa, A. Rosa, 1960).
António Ramos Rosa (1924 - 2013), poeta, tradutor e crítico português, deixou-nos um legado profundo de emancipação de ideias, de alguém que não permitiu que as circunstâncias da vida e da época se sobrepusessem à necessidade de explorar o íntimo, a existência e os sonhos, assim como o pensamento próprio e do mundo. A revista “Árvore: folhas de poesia”, publicada no Outono de 1951, embora efémera, foi um dos seus inúmeros atos de resistência, principalmente orientada para a discussão e crítica, incluindo não só a divulgação da poesia de jovens poetas (nacionais e internacionais) e recensões críticas de obras poéticas, como também ensaios “em defesa da Poesia”.
Nesta conversa, pela voz de Marília Miranda Lopes (1969), poetisa e cantautora portuguesa, celebraremos a beleza e a necessidade da poesia, inerente à nossa existência, e da sua capacidade de recriar outros universos. Assim, ficaremos a conhecer um pouco da sua obra poética e, nas suas palavras - “Deslocam-me no cais as embarcações do tempo…” (Poema Cais, Comprimidos literários, M. Lopes, Correio do Porto, 2021), viajaremos no tempo, na escuta da poesia viva de António Ramos Rosa, com um eterno lugar ao sol, a sentir a liberdade no rosto.
Dar lugar a encontros é dar lugar à vida, e há coisas que não se adiam - “Não posso adiar este abraço/Não posso adiar o coração” (Não posso adiar o amor, em Viagem Através duma Nebulosa, A. Rosa, 1960).
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