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![[Bibliotecas do Porto] - CONVERSAS AO SOL — EUGÉNIO DE ANDRADE E A SUA MESA DE AMIGOS](https://img.bndlyr.com/snmlouf5g8jmtqva/_assets/aa8622.png?fit=fill&w=1400)
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Sessão 2 — O sentimento da natureza na poesia de Eugénio de Andrade
Moderadora: Maria Bochicchio
Convidado: Carlos Fiolhais
Esta segunda sessão do ciclo, dedicada ao tema “O sentimento da natureza na poesia de Eugénio de Andrade”, contará com a participação de Carlos Fiolhais, Professor Catedrático jubilado de Física da Universidade de Coimbra, amplamente reconhecido como uma das mais destacadas figuras da divulgação científica em Portugal, e também autor com incursões no domínio da poesia. Esta dupla condição — científica e literária — confere uma especial densidade à leitura que faz da obra de Eugénio de Andrade.
Nesta conversa, Maria Bochicchio propõe-se explorar o modo como Eugénio constrói, na sua poesia, uma linguagem depurada, sensorial e luminosa, onde a natureza não é mero cenário, mas elemento constitutivo de uma experiência poética profundamente enraizada no corpo e no mundo. A água, o sol, o fruto, a terra — imagens recorrentes — configuram uma gramática essencial que celebra a harmonia e a intensidade do vivido. A presença de Carlos Fiolhais, enquanto físico e poeta, introduz uma perspetiva particularmente fecunda, ao convocar simultaneamente o rigor do olhar científico e a abertura da linguagem poética. Este cruzamento de perspetivas permitirá revisitar a obra de Eugénio de Andrade à luz de uma sensibilidade que reconhece na natureza não apenas objeto de conhecimento, mas também fonte de deslumbramento e de revelação.
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Sessão 2 — O sentimento da natureza na poesia de Eugénio de Andrade
Moderadora: Maria Bochicchio
Convidado: Carlos Fiolhais
Esta segunda sessão do ciclo, dedicada ao tema “O sentimento da natureza na poesia de Eugénio de Andrade”, contará com a participação de Carlos Fiolhais, Professor Catedrático jubilado de Física da Universidade de Coimbra, amplamente reconhecido como uma das mais destacadas figuras da divulgação científica em Portugal, e também autor com incursões no domínio da poesia. Esta dupla condição — científica e literária — confere uma especial densidade à leitura que faz da obra de Eugénio de Andrade.
Nesta conversa, Maria Bochicchio propõe-se explorar o modo como Eugénio constrói, na sua poesia, uma linguagem depurada, sensorial e luminosa, onde a natureza não é mero cenário, mas elemento constitutivo de uma experiência poética profundamente enraizada no corpo e no mundo. A água, o sol, o fruto, a terra — imagens recorrentes — configuram uma gramática essencial que celebra a harmonia e a intensidade do vivido. A presença de Carlos Fiolhais, enquanto físico e poeta, introduz uma perspetiva particularmente fecunda, ao convocar simultaneamente o rigor do olhar científico e a abertura da linguagem poética. Este cruzamento de perspetivas permitirá revisitar a obra de Eugénio de Andrade à luz de uma sensibilidade que reconhece na natureza não apenas objeto de conhecimento, mas também fonte de deslumbramento e de revelação.
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