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![[Bibliotecas do Porto] - CLUBE DE LEITURA «PORTO DE LETRAS» — ILSE LOSA](https://img.bndlyr.com/slgso3uvbp8d6xgm/_assets/ilse_1947_fao.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Bibliotecas do Porto] - CLUBE DE LEITURA «PORTO DE LETRAS» — ILSE LOSA](https://img.bndlyr.com/slgso3uvbp8d6xgm/_assets/ilse_1947_fao.jpg?fit=fill&w=1400)
«Porto de Letras» é um espaço para rever ou descobrir autores, num ambiente acolhedor para os participantes partilharem as suas experiências e perceções sobre a obra discutida. Em sessões mensais, propõe-se viver os livros de forma mais completa, através da troca de ideias e do convívio com outros leitores.
Ilse Lieblich Losa nasceu na Alemanha em 1913, numa família judaica, e refugiou-se no Porto em 1934. Adotando o português, construiu uma vasta obra de cerca de trinta livros, assumindo em paralelo uma forte vertente jornalística com crónicas, contos e ensaios publicados em periódicos portugueses e alemães.
A enorme relevância do seu legado – coroada ao ser agraciada pelo Estado Português como Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique – reside na mestria com que dominou a totalidade dos géneros, dividindo-se entre crónicas marcantes, contos, poemas em prosa e romances autobiográficos, como o célebre «O Mundo em que Vivi». Dedicou-se também à literatura infantojuvenil e venceu duas vezes o prestigiado Prémio Gulbenkian. Exerceu um papel crucial como tradutora e divulgadora de autores como Bertolt Brecht, Max Frisch e da icónica versão portuguesa do «Diário de Anne Frank». A autora faleceu no Porto em 2006, consagrada como uma das vozes mais humanas e intemporais das nossas letras.
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«Porto de Letras» é um espaço para rever ou descobrir autores, num ambiente acolhedor para os participantes partilharem as suas experiências e perceções sobre a obra discutida. Em sessões mensais, propõe-se viver os livros de forma mais completa, através da troca de ideias e do convívio com outros leitores.
Ilse Lieblich Losa nasceu na Alemanha em 1913, numa família judaica, e refugiou-se no Porto em 1934. Adotando o português, construiu uma vasta obra de cerca de trinta livros, assumindo em paralelo uma forte vertente jornalística com crónicas, contos e ensaios publicados em periódicos portugueses e alemães.
A enorme relevância do seu legado – coroada ao ser agraciada pelo Estado Português como Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique – reside na mestria com que dominou a totalidade dos géneros, dividindo-se entre crónicas marcantes, contos, poemas em prosa e romances autobiográficos, como o célebre «O Mundo em que Vivi». Dedicou-se também à literatura infantojuvenil e venceu duas vezes o prestigiado Prémio Gulbenkian. Exerceu um papel crucial como tradutora e divulgadora de autores como Bertolt Brecht, Max Frisch e da icónica versão portuguesa do «Diário de Anne Frank». A autora faleceu no Porto em 2006, consagrada como uma das vozes mais humanas e intemporais das nossas letras.
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