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Tempers volta ao Porto a 16 de Outubro e volta exactamente à mesma sala: foi no Auditório CCOP que a banda tocou na cidade a 26 de Novembro de 2022 para apresentar New Meaning, no primeiro ciclo de concertos que a Crowdmusic organizou. Quatro anos e um álbum depois, Delusion faz o caminho de regresso ao mesmo palco.
Delusion, editado a 24 de Abril de 2026 na sua própria editora fear of luxury (distribuição Cascine/Secretly), é o disco mais ambicioso até hoje. Dez temas co-produzidos por Golestaneh e Jorge Elbrecht que atravessam a ilusão não como uma ruptura súbita com a realidade, mas como um processo — algo que se aprende, de que se depende e de que custa libertar-se.
Tempers é o projecto de Jasmine Golestaneh, cantautora e artista multidisciplinar sediada em Nova Iorque, que faz da synth-pop um território de penumbra: letras de tom poético, sintetizadores largos e ecos de techno, shoegaze e post-punk. Desde o álbum de estreia Services (2015) e do hit de pista Strange Harvest, Tempers construiu um percurso tão à vontade em clubes como em museus e galerias — passou pela residência artística da The Vinyl Factory, assinou Junkspace com o arquitecto Rem Koolhaas e, desde 2023, é Golestaneh quem lidera criativamente o projecto por inteiro.
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Tempers volta ao Porto a 16 de Outubro e volta exactamente à mesma sala: foi no Auditório CCOP que a banda tocou na cidade a 26 de Novembro de 2022 para apresentar New Meaning, no primeiro ciclo de concertos que a Crowdmusic organizou. Quatro anos e um álbum depois, Delusion faz o caminho de regresso ao mesmo palco.
Delusion, editado a 24 de Abril de 2026 na sua própria editora fear of luxury (distribuição Cascine/Secretly), é o disco mais ambicioso até hoje. Dez temas co-produzidos por Golestaneh e Jorge Elbrecht que atravessam a ilusão não como uma ruptura súbita com a realidade, mas como um processo — algo que se aprende, de que se depende e de que custa libertar-se.
Tempers é o projecto de Jasmine Golestaneh, cantautora e artista multidisciplinar sediada em Nova Iorque, que faz da synth-pop um território de penumbra: letras de tom poético, sintetizadores largos e ecos de techno, shoegaze e post-punk. Desde o álbum de estreia Services (2015) e do hit de pista Strange Harvest, Tempers construiu um percurso tão à vontade em clubes como em museus e galerias — passou pela residência artística da The Vinyl Factory, assinou Junkspace com o arquitecto Rem Koolhaas e, desde 2023, é Golestaneh quem lidera criativamente o projecto por inteiro.
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