O terceiro álbum do celebrado grupo CENTAURI, liderado por André Fernandes, deu continuidade a “Draco”e “Dianho” (vencedor do Prémio Play Melhor Album Jazz), trocando as estrelas de Draco e o imaginário do bestiário tradicional português de Dianho, pela exploração de personagens da intemporal mitologia grega. O álbum “Dianho” recebeu o Prémio Play para Melhor Album Jazz no mesmo ano (2020) que André Fernandes recebeu o Prémio RTP/Festa do Jazz Músico do Ano. 2026 vê o quarto disco de Centauri editado pela Dox Records, sediada em Amesterdão. Intitulado “Chroma”, o album tem como temática cores e som. Ao vivo, CENTAURI apresentam material dos quatro celebrados discos num concerto que percorre a música de “Draco”, “Dianho”, “Hades” e música nova do mais recente disco “Chroma”, numa viagem sonora que passa pelas constelações distantes e pelos sonhos por elas inspirados, pela mitologia “sub-terrena” dos pesadelos imaginados na cultura tradicional portuguesa, e as histórias intemporais das divindades greco-romanas, assim como uma visão sinestética do som, numa sonoridade que alterna entre a já apelidada de grunge jazz ou stoner jazz, e o abstracionismo dirigido, com momentos de manta sonora e outros de pura energia.
André Fernandes - Guitarra José Pedro Coelho - Sax Tenor João Mortágua - Sax Alto Francisco Brito - Contrabaixo/Baixo João Pereira - Bateria
O terceiro álbum do celebrado grupo CENTAURI, liderado por André Fernandes, deu continuidade a “Draco”e “Dianho” (vencedor do Prémio Play Melhor Album Jazz), trocando as estrelas de Draco e o imaginário do bestiário tradicional português de Dianho, pela exploração de personagens da intemporal mitologia grega. O álbum “Dianho” recebeu o Prémio Play para Melhor Album Jazz no mesmo ano (2020) que André Fernandes recebeu o Prémio RTP/Festa do Jazz Músico do Ano. 2026 vê o quarto disco de Centauri editado pela Dox Records, sediada em Amesterdão. Intitulado “Chroma”, o album tem como temática cores e som. Ao vivo, CENTAURI apresentam material dos quatro celebrados discos num concerto que percorre a música de “Draco”, “Dianho”, “Hades” e música nova do mais recente disco “Chroma”, numa viagem sonora que passa pelas constelações distantes e pelos sonhos por elas inspirados, pela mitologia “sub-terrena” dos pesadelos imaginados na cultura tradicional portuguesa, e as histórias intemporais das divindades greco-romanas, assim como uma visão sinestética do som, numa sonoridade que alterna entre a já apelidada de grunge jazz ou stoner jazz, e o abstracionismo dirigido, com momentos de manta sonora e outros de pura energia.
André Fernandes - Guitarra José Pedro Coelho - Sax Tenor João Mortágua - Sax Alto Francisco Brito - Contrabaixo/Baixo João Pereira - Bateria