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“A Revolução da IA no Diagnóstico Neurodegenerativo” é o tema de mais uma sessão integrada no Ciclo de Conversas “Alimentar uma Causa”, uma iniciativa promovida pela Fundação de Serralves, em parceria científica com a Universidade Católica Portuguesa no Porto. O evento terá como orador Pedro Miguel Rodrigues, docente e diretor adjunto da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e membro do Centro de Biotecnologia e Química Fina da UCP. O evento terá lugar no dia 6 de novembro, às 18h30, na Biblioteca, da Fundação de Serralves.
No silêncio do corpo, sinais subtis podem revelar o início de doenças neurodegenerativas muito antes de surgirem sintomas evidentes. A Inteligência Artificial e a análise de sinais e imagens estão a abrir caminho para uma nova era na deteção precoce destas doenças, permitindo analisar dados complexos e identificar padrões invisíveis ao olho humano.
Esta inovação médica promete diagnósticos mais rápidos, precisos e menos invasivos, redefinindo a forma como olhamos para a saúde e a prevenção.
A conversa será um convite a mergulhar nesta fronteira do conhecimento, onde a tecnologia se coloca ao serviço da humanidade — um momento de exploração das soluções mais disruptivas dos últimos anos, que colocará em debate não apenas o seu potencial, mas também os desafios que levanta em termos de ética, acessibilidade e escalabilidade.
Um convite, em suma, a desvendar o futuro do diagnóstico médico — um futuro em que a tecnologia nos dá o poder de agir mais cedo e com mais esperança.
Acesso gratuito mediante inscrição no link
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“A Revolução da IA no Diagnóstico Neurodegenerativo” é o tema de mais uma sessão integrada no Ciclo de Conversas “Alimentar uma Causa”, uma iniciativa promovida pela Fundação de Serralves, em parceria científica com a Universidade Católica Portuguesa no Porto. O evento terá como orador Pedro Miguel Rodrigues, docente e diretor adjunto da Escola Superior de Biotecnologia da Universidade Católica Portuguesa e membro do Centro de Biotecnologia e Química Fina da UCP. O evento terá lugar no dia 6 de novembro, às 18h30, na Biblioteca, da Fundação de Serralves.
No silêncio do corpo, sinais subtis podem revelar o início de doenças neurodegenerativas muito antes de surgirem sintomas evidentes. A Inteligência Artificial e a análise de sinais e imagens estão a abrir caminho para uma nova era na deteção precoce destas doenças, permitindo analisar dados complexos e identificar padrões invisíveis ao olho humano.
Esta inovação médica promete diagnósticos mais rápidos, precisos e menos invasivos, redefinindo a forma como olhamos para a saúde e a prevenção.
A conversa será um convite a mergulhar nesta fronteira do conhecimento, onde a tecnologia se coloca ao serviço da humanidade — um momento de exploração das soluções mais disruptivas dos últimos anos, que colocará em debate não apenas o seu potencial, mas também os desafios que levanta em termos de ética, acessibilidade e escalabilidade.
Um convite, em suma, a desvendar o futuro do diagnóstico médico — um futuro em que a tecnologia nos dá o poder de agir mais cedo e com mais esperança.
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