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![[Serralves] - Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de Serralves](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/2602_joanmiro_site_atividade.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de Serralves](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/2602_joanmiro_site_atividade.jpg?fit=fill&w=1400)
Rui Aguiar, Helena Almeida, Armando Alves, Giovanni Anselmo, Michael Biberstein, Wang Bing, Marcel Broodthaers, Pedro Calapez, Luisa Cunha, António Júlio Duarte, Josep Guinovart, Ana Hatherly, Jörg Immendorf, Asger Jorn, Anselm Kiefer, Jannis Kounellis, Barry Le Va, Julie Mehretu, Joan Miró, Robert Morris, Blinky Palermo, A.R. Penck, Graça Pereira Coutinho, Júlio Pomar, Dieter Roth, Agostinho Santos, Julião Sarmento, Thomas Schütte, António Sena, Nikias Skapinakis, Susana Solano, Ângelo de Sousa, Pedro Sousa Vieira, Antoni Tàpies
Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de Serralves apresenta a relação de Miró com a arte contemporânea como uma série de encontros dinâmicos. O título da exposição provém do campo da química, onde designa a compatibilidade natural de certos compostos. O filósofo alemão Goethe apropriou-se do conceito para sublinhar as ligações emocionais e as relações afetivas entre pessoas, objetos ou ideias que, mais do que impostas, são instintivas e escolhidas. No contexto da exposição, a expressão “afinidades eletivas” refere-se aos diálogos visuais e conceptuais inesperados através do tempo e do espaço, pontos de encontro em que a intuição substitui a influência formal. A exposição toma como ponto de partida a obra de Miró das décadas de 1960 e 1970, com incursões pontuais por obras anteriores.
Pinturas, desenhos, colagens, esculturas e obras têxteis de Miró partilham o espaço com objetos de artistas contemporâneos alemães, gregos, americanos, espanhóis, portugueses, belgas, chineses, italianos, suíços, catalães e dinamarqueses, cujas práticas vão da pintura e da escultura à colagem, à instalação, à fotografia, ao vídeo e às obras multimédia, da Process Art à Arte Povera, e das desconstruções visuais dos códigos pictóricos ao Neoexpressionismo e ao questionamento da linguagem. Em cada um destes cruzamentos, a obra de Miró encontra eco na prática artística contemporânea.
Após o preâmbulo, a exposição divide-se em nove secções, cada qual propondo uma linha temática para a leitura das obras: 1. Process Art; 2. Paisagem, memória e matéria; 3. Pintura en abîme; 4. Antimonumentos; 5. Linguagem; 6. O Expressionismo revisitado; 7. O desenho como prática; 8. Colagem e vida moderna; e 9. Lugar/Não lugar.
A exposição é organizada pela Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, tem a curadoria de Robert Lubar Messeri, coordenação de Isabel Braga e apresenta obras da Coleção Miró do Estado Português, cedida ao Município do Porto e depositada na Fundação de Serralves, e da Coleção de Serralves.
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Rui Aguiar, Helena Almeida, Armando Alves, Giovanni Anselmo, Michael Biberstein, Wang Bing, Marcel Broodthaers, Pedro Calapez, Luisa Cunha, António Júlio Duarte, Josep Guinovart, Ana Hatherly, Jörg Immendorf, Asger Jorn, Anselm Kiefer, Jannis Kounellis, Barry Le Va, Julie Mehretu, Joan Miró, Robert Morris, Blinky Palermo, A.R. Penck, Graça Pereira Coutinho, Júlio Pomar, Dieter Roth, Agostinho Santos, Julião Sarmento, Thomas Schütte, António Sena, Nikias Skapinakis, Susana Solano, Ângelo de Sousa, Pedro Sousa Vieira, Antoni Tàpies
Afinidades eletivas: Joan Miró e a arte contemporânea na Coleção do Museu de Serralves apresenta a relação de Miró com a arte contemporânea como uma série de encontros dinâmicos. O título da exposição provém do campo da química, onde designa a compatibilidade natural de certos compostos. O filósofo alemão Goethe apropriou-se do conceito para sublinhar as ligações emocionais e as relações afetivas entre pessoas, objetos ou ideias que, mais do que impostas, são instintivas e escolhidas. No contexto da exposição, a expressão “afinidades eletivas” refere-se aos diálogos visuais e conceptuais inesperados através do tempo e do espaço, pontos de encontro em que a intuição substitui a influência formal. A exposição toma como ponto de partida a obra de Miró das décadas de 1960 e 1970, com incursões pontuais por obras anteriores.
Pinturas, desenhos, colagens, esculturas e obras têxteis de Miró partilham o espaço com objetos de artistas contemporâneos alemães, gregos, americanos, espanhóis, portugueses, belgas, chineses, italianos, suíços, catalães e dinamarqueses, cujas práticas vão da pintura e da escultura à colagem, à instalação, à fotografia, ao vídeo e às obras multimédia, da Process Art à Arte Povera, e das desconstruções visuais dos códigos pictóricos ao Neoexpressionismo e ao questionamento da linguagem. Em cada um destes cruzamentos, a obra de Miró encontra eco na prática artística contemporânea.
Após o preâmbulo, a exposição divide-se em nove secções, cada qual propondo uma linha temática para a leitura das obras: 1. Process Art; 2. Paisagem, memória e matéria; 3. Pintura en abîme; 4. Antimonumentos; 5. Linguagem; 6. O Expressionismo revisitado; 7. O desenho como prática; 8. Colagem e vida moderna; e 9. Lugar/Não lugar.
A exposição é organizada pela Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, tem a curadoria de Robert Lubar Messeri, coordenação de Isabel Braga e apresenta obras da Coleção Miró do Estado Português, cedida ao Município do Porto e depositada na Fundação de Serralves, e da Coleção de Serralves.
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