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![[Serralves] - Meteorizações](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/filipa-cesar.jpg?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - Meteorizações](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/filipa-cesar.jpg?fit=fill&w=1400)
Meteorizações, primeira exposição antológica da artista Filipa César (Porto, 1975) em Portugal, reúne mais de quinze anos de pesquisa, produção e colaborações.
A mostra apresenta filmes, objetos e documentos que evocam eventos históricos como a desobdiência antifascista portuguesa e a resistência anticolonial guineense, atravessando os arquivos audiovisuais do período das lutas de libertação, refleções sobre o mangal, políticas da ótica e da tecelagem, e o pensamento agropoético de Amílcar Cabral.
O título remete para um conceito geológico usado por Cabral para pensar a relação entre território, história e transformação, orientando o percurso da exposição e a forma como são apresentados imagens, sons e memórias. Meteorizações articula diferentes épocas e materiais, convidando o público a refletir sobre processos e poéticas de resistência e a sua utilidade no presente.
A exposição é organizada pela Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, com curadoria de Inês Grosso, curadora-chefe do Museu de Serralves, e de Paula Nascimento, curadora convidada. A arquitetura da exposição, concebida em colaboração com o atelier Barbosa Mateus Arquitetos, recorre a materiais naturais e integra uma paisagem sonora criada por João Polido Gomes.
cordas e pele
uma conversa entre um djembé, um ngoni e um violino. três instrumentos, três geografias, três linguagens. marinho pina, demba djabaté e edvânia moreno increvem-se na magia dos antigos djalis ou bardos ou trovadores, convocando memórias, histórias e improvisos, tacteando três fios da alma do universo onírico de filipa césar.
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Meteorizações, primeira exposição antológica da artista Filipa César (Porto, 1975) em Portugal, reúne mais de quinze anos de pesquisa, produção e colaborações.
A mostra apresenta filmes, objetos e documentos que evocam eventos históricos como a desobdiência antifascista portuguesa e a resistência anticolonial guineense, atravessando os arquivos audiovisuais do período das lutas de libertação, refleções sobre o mangal, políticas da ótica e da tecelagem, e o pensamento agropoético de Amílcar Cabral.
O título remete para um conceito geológico usado por Cabral para pensar a relação entre território, história e transformação, orientando o percurso da exposição e a forma como são apresentados imagens, sons e memórias. Meteorizações articula diferentes épocas e materiais, convidando o público a refletir sobre processos e poéticas de resistência e a sua utilidade no presente.
A exposição é organizada pela Fundação de Serralves — Museu de Arte Contemporânea, com curadoria de Inês Grosso, curadora-chefe do Museu de Serralves, e de Paula Nascimento, curadora convidada. A arquitetura da exposição, concebida em colaboração com o atelier Barbosa Mateus Arquitetos, recorre a materiais naturais e integra uma paisagem sonora criada por João Polido Gomes.
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uma conversa entre um djembé, um ngoni e um violino. três instrumentos, três geografias, três linguagens. marinho pina, demba djabaté e edvânia moreno increvem-se na magia dos antigos djalis ou bardos ou trovadores, convocando memórias, histórias e improvisos, tacteando três fios da alma do universo onírico de filipa césar.
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