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![[Serralves] - VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO SIMETRIAS OCULTAS EM MUROS DE VIDRO](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/simetris_marta-tavares-1.png?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - VISITA GUIADA À EXPOSIÇÃO SIMETRIAS OCULTAS EM MUROS DE VIDRO](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/simetris_marta-tavares-1.png?fit=fill&w=1400)
Invisíveis a olho nu, as diatomáceas habitam o limiar entre a ciência e a arte. São microalgas unicelulares envoltas em frágeis paredes de sílica, moldadas com uma precisão que ecoa a geometria estelar. Joias de diversidade escondidas, cada célula surge como um vitral microscópico, refratando a luz e sustentando a vida nos ecossistemas aquáticos. Geram oxigénio, fixam carbono e alimentam a teia da vida, silenciosas artesãs do equilíbrio planetário. Na perfeição dos seus padrões encontra-se uma beleza singular, ligando função e forma como inteligência natural. Ao observá-las, o olhar do cientista funde-se com o do artista, ambos em busca da harmonia escondida na matéria viva. As diatomáceas lembram-nos que a arte não é apenas criação humana, mas uma linguagem antiga inscrita na própria estrutura da Terra, onde cada célula é um poema de luz e simetria.
Esta visita convida-nos a uma viagem de descoberta e conhecimento das diatomáceas do Parque de Serralves e do mundo, exaltando micromundos de vidro e luz, revelando o seu papel vital nos ecossistemas aquáticos e o seu poder inspirador.
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Invisíveis a olho nu, as diatomáceas habitam o limiar entre a ciência e a arte. São microalgas unicelulares envoltas em frágeis paredes de sílica, moldadas com uma precisão que ecoa a geometria estelar. Joias de diversidade escondidas, cada célula surge como um vitral microscópico, refratando a luz e sustentando a vida nos ecossistemas aquáticos. Geram oxigénio, fixam carbono e alimentam a teia da vida, silenciosas artesãs do equilíbrio planetário. Na perfeição dos seus padrões encontra-se uma beleza singular, ligando função e forma como inteligência natural. Ao observá-las, o olhar do cientista funde-se com o do artista, ambos em busca da harmonia escondida na matéria viva. As diatomáceas lembram-nos que a arte não é apenas criação humana, mas uma linguagem antiga inscrita na própria estrutura da Terra, onde cada célula é um poema de luz e simetria.
Esta visita convida-nos a uma viagem de descoberta e conhecimento das diatomáceas do Parque de Serralves e do mundo, exaltando micromundos de vidro e luz, revelando o seu papel vital nos ecossistemas aquáticos e o seu poder inspirador.
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