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![[Serralves] - Apresentação do livro A Última Lição de Álvaro Siza Vieira, de Patrícia Reis](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/ultimalicao_maria-viana.png?fit=fill&w=1400)
![[Serralves] - Apresentação do livro A Última Lição de Álvaro Siza Vieira, de Patrícia Reis](https://img.bndlyr.com/nsa343pdfl/_assets/ultimalicao_maria-viana.png?fit=fill&w=1400)
A Fundação Serralves e a Contraponto Editores convidam para a sessão de lançamento do livro A Última Lição de Álvaro Siza Vieira, de Patrícia Reis, que terá lugar na Biblioteca da Fundação de Serralves, no Porto, no dia 5 de maio, às 18h30. A sessão contará com a presença do Arquiteto Álvaro Siza e com as intervenções do Professor Doutor Manuel Sobrinho Simões e da autora.
O arquiteto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitetura mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra “coisa” o que ficava aquém do olhar. “Estamos a observar, mas não se vê nada”, garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitetura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker – o mais importante galardão da arquitetura a nível mundial – deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquiteto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer.
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A Fundação Serralves e a Contraponto Editores convidam para a sessão de lançamento do livro A Última Lição de Álvaro Siza Vieira, de Patrícia Reis, que terá lugar na Biblioteca da Fundação de Serralves, no Porto, no dia 5 de maio, às 18h30. A sessão contará com a presença do Arquiteto Álvaro Siza e com as intervenções do Professor Doutor Manuel Sobrinho Simões e da autora.
O arquiteto de Matosinhos, que alcançou o pináculo da arquitetura mundial, partilha o espanto com que continua a desenhar o mundo, uma casa de portas abertas aos sonhos e à humanidade, num exercício de generosidade que abarca o tanto que aprendeu e ensinou.
Ainda menino, Álvaro Siza Vieira já tirava a cabeça dos livros para espreitar o que havia lá fora. A curiosidade levou-o aos desenhos, numa tentativa constante de transformar numa outra “coisa” o que ficava aquém do olhar. “Estamos a observar, mas não se vê nada”, garante o tal menino que, já homem, volta aos livros, na procura incessante de um saber que precisa de se cumprir num tempo que é cada vez mais finito.
Depois de se ter apaixonado pela escultura, encontrou-se na arquitetura, que lhe permitiu criar o mundo como o via: um espaço de criação que se faz de memória, diálogo, sustentabilidade e relação. Foi também o trabalho que o levou ao encontro do outro, fosse ele um imigrante turco num bairro operário em Berlim ou um crente na Igreja de Marco de Canaveses, num exercício permanente contra o preconceito e a indiferença.
Revisitando uma biografia que se conta na primeira pessoa, Siza Vieira, que foi distinguido com o Prémio Pritzker – o mais importante galardão da arquitetura a nível mundial – deixa-se descobrir numa conversa que convoca o rapaz que cresceu numa casa desempoeirada, o homem que perdeu a mulher cedo demais, o professor que se entusiasma com a inquietação dos mais novos, o profissional que não abdica da ética nem aceita tudo o que lhe dizem e o arquiteto, esse criador deslumbrado que não se cansa de procurar os lugares de beleza e que ainda sonha com o que está por fazer.
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