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A partir de Homens imprudentemente poéticos, de Valter Hugo Mãe, este texto propõe uma leitura do Japão como paisagem poética e simbólica, construída pela reiteração da linguagem e pela imaginação, mais do que por uma abordagem cultural ou antropológica convencional. Inspirando-se na tradição dos katari-be, a obra revela um Japão íntimo, entre o mito e a matéria, onde a palavra cria e resiste.
Evocando o conceito de yūgen — a beleza misteriosa e inefável — e referências como Matsuo Bashō, o ensaio de Tomás Guerrero articula texto e imagem numa série de 36 ilustrações, correspondentes aos capítulos do livro, compondo uma narrativa visual que explora a ideia de memória, impermanência e reiteração poética.
A exposição inaugura no dia 15 de abril, às 18h00, na Casa Comum e estará patente até ao dia 12 de setembro de 2026.
A entrada é livre.
Este evento está integrado no Festival Octaetéride, que celebra os oito anos da Casa Comum da Universidade do Porto.
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A partir de Homens imprudentemente poéticos, de Valter Hugo Mãe, este texto propõe uma leitura do Japão como paisagem poética e simbólica, construída pela reiteração da linguagem e pela imaginação, mais do que por uma abordagem cultural ou antropológica convencional. Inspirando-se na tradição dos katari-be, a obra revela um Japão íntimo, entre o mito e a matéria, onde a palavra cria e resiste.
Evocando o conceito de yūgen — a beleza misteriosa e inefável — e referências como Matsuo Bashō, o ensaio de Tomás Guerrero articula texto e imagem numa série de 36 ilustrações, correspondentes aos capítulos do livro, compondo uma narrativa visual que explora a ideia de memória, impermanência e reiteração poética.
A exposição inaugura no dia 15 de abril, às 18h00, na Casa Comum e estará patente até ao dia 12 de setembro de 2026.
A entrada é livre.
Este evento está integrado no Festival Octaetéride, que celebra os oito anos da Casa Comum da Universidade do Porto.
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