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Vozes do Passado Zélia Rodrigues
©Departamento Municipal de Património Cultural e Arte Pública, 2022
Vozes do Passado: O que Revelam os Remanescentes Humanos Recuperados de Escavações Arqueológicas?
Conversa com a bioantropóloga Zélia Rodrigues
Vozes do Passado Zélia Rodrigues
©Departamento Municipal de Património Cultural e Arte Pública, 2022

O que acontece quando, numa escavação arqueológica, encontramos remanescentes humanos? A descoberta destes vestígios é apenas o início de um trabalho feito de perguntas, observação e descoberta. Como se identifica um enterramento? O que é importante observar e registar antes de recuperar os ossos? E como se distinguem diferentes pessoas quando os restos estão fragmentados, deslocados ou misturados?

Nesta conversa, a bioantropóloga Zélia Rodrigues convida-nos a acompanhar o percurso dos remanescentes humanos — desde a escavação no terreno até à análise em laboratório — e a descobrir o que nos revelam sobre
as populações do passado. A idade à morte, as doenças, as lesões, as condições de vida e as práticas funerárias são apenas algumas das pistas que podemos desvendar. Contudo, mais do que dados biológicos, cada enterramento encerra a história de uma pessoa: como viveu, como foi cuidada e o que aconteceu após a sua morte.
Mais do que estudar remanescentes, este é um trabalho de recuperar histórias, compreender vestígios e devolver humanidade às pessoas e às memórias que o tempo deixou para trás.

03
Nov
2026-11-03T12:30:00Z
2026-11-03T13:00:00Z
Biblioteca de Arqueologia / Reservatório — Museu do Porto
12:30

+Cal

Gratuito

R. de Gomes Eanes de Azurara, 122

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O que acontece quando, numa escavação arqueológica, encontramos remanescentes humanos? A descoberta destes vestígios é apenas o início de um trabalho feito de perguntas, observação e descoberta. Como se identifica um enterramento? O que é importante observar e registar antes de recuperar os ossos? E como se distinguem diferentes pessoas quando os restos estão fragmentados, deslocados ou misturados?

Nesta conversa, a bioantropóloga Zélia Rodrigues convida-nos a acompanhar o percurso dos remanescentes humanos — desde a escavação no terreno até à análise em laboratório — e a descobrir o que nos revelam sobre
as populações do passado. A idade à morte, as doenças, as lesões, as condições de vida e as práticas funerárias são apenas algumas das pistas que podemos desvendar. Contudo, mais do que dados biológicos, cada enterramento encerra a história de uma pessoa: como viveu, como foi cuidada e o que aconteceu após a sua morte.
Mais do que estudar remanescentes, este é um trabalho de recuperar histórias, compreender vestígios e devolver humanidade às pessoas e às memórias que o tempo deixou para trás.

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