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![[Bibliotecas do Porto] - UMA PALAVRA E SEUS DISCURSOS — «GRANITO»](https://img.bndlyr.com/slgso3uvbp8d6xgm/_assets/granito-scaled.jpg?fit=fill&w=1400)
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Porto
– cidade de luz de granito.
Tristeza de luz viril
com punhos de grito.
José Gomes Ferreira
Dizem dela que é austera, sombria e escura. A pedra cinzenta que lhe cobre a ruas e com a qual se edificou a Sé, a Torre dos Clérigos, a estação de São Bento e os Paços do Concelho é antiga como o mundo e guarda nela séculos de história, muitos segredos e a determinação silenciosa de quem nasceu para resistir.
André Cepeda (Coimbra, 1976) é um artista autodidata que expõe regularmente desde 1999, em Portugal e no estrangeiro. Reconhecido por um olhar cru e atento sobre paisagens urbanas e contextos sociais, trabalha frequentemente com câmara de grande formato, construindo uma obra marcada pela intensidade visual e pela dimensão documental. Ao longo da carreira, apresentou exposições individuais e coletivas em instituições e galerias internacionais, publicou livros como “Ontem”, “Rien” e “Rua Stan Getz”, e foi nomeado para distinções como o Prémio Novos Artistas EDP, o BESPhoto e o Foam Paul Huf Award. Destacam-se ainda a participação na Representação Oficial Portuguesa na 16.ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia (2018) e exposições em museus como o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado e o MAAT. A sua obra integra coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro.
Maria João Revez é Professora na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa e investigadora no CITAR, onde desenvolve trabalho na área da conservação e gestão do património cultural, cruzando metodologias de avaliação de risco com práticas de conservação aplicadas ao património construído. A sua investigação tem incidido, em particular, na relação entre materiais, técnicas de intervenção e sustentabilidade das ações de conservação, bem como na vulnerabilidade do património face a ameaças ambientais e eventos extremos.
Doutorada com uma tese dedicada à avaliação de riscos na limpeza de património edificado, tem participado em projetos e redes de investigação nacionais e internacionais, com produção científica regular em artigos, capítulos e comunicações. O seu percurso combina investigação aplicada, desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão e colaboração com instituições e profissionais do setor, contribuindo para aproximar a ciência da conservação das necessidades concretas da salvaguarda do património.
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Porto
– cidade de luz de granito.
Tristeza de luz viril
com punhos de grito.
José Gomes Ferreira
Dizem dela que é austera, sombria e escura. A pedra cinzenta que lhe cobre a ruas e com a qual se edificou a Sé, a Torre dos Clérigos, a estação de São Bento e os Paços do Concelho é antiga como o mundo e guarda nela séculos de história, muitos segredos e a determinação silenciosa de quem nasceu para resistir.
André Cepeda (Coimbra, 1976) é um artista autodidata que expõe regularmente desde 1999, em Portugal e no estrangeiro. Reconhecido por um olhar cru e atento sobre paisagens urbanas e contextos sociais, trabalha frequentemente com câmara de grande formato, construindo uma obra marcada pela intensidade visual e pela dimensão documental. Ao longo da carreira, apresentou exposições individuais e coletivas em instituições e galerias internacionais, publicou livros como “Ontem”, “Rien” e “Rua Stan Getz”, e foi nomeado para distinções como o Prémio Novos Artistas EDP, o BESPhoto e o Foam Paul Huf Award. Destacam-se ainda a participação na Representação Oficial Portuguesa na 16.ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia (2018) e exposições em museus como o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado e o MAAT. A sua obra integra coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro.
Maria João Revez é Professora na Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa e investigadora no CITAR, onde desenvolve trabalho na área da conservação e gestão do património cultural, cruzando metodologias de avaliação de risco com práticas de conservação aplicadas ao património construído. A sua investigação tem incidido, em particular, na relação entre materiais, técnicas de intervenção e sustentabilidade das ações de conservação, bem como na vulnerabilidade do património face a ameaças ambientais e eventos extremos.
Doutorada com uma tese dedicada à avaliação de riscos na limpeza de património edificado, tem participado em projetos e redes de investigação nacionais e internacionais, com produção científica regular em artigos, capítulos e comunicações. O seu percurso combina investigação aplicada, desenvolvimento de ferramentas de apoio à decisão e colaboração com instituições e profissionais do setor, contribuindo para aproximar a ciência da conservação das necessidades concretas da salvaguarda do património.
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