“Acertasse eu com o que depois sabendo fiquei, para de lá de tantos assombros… Um está sempre no escuro, só no último derradeiro é que clareiam a sala. Digo: o real não está na saída nem na chegada: ele se dispõe para a gente é no meio da travessia.” (João Guimarães Rosa, Grande Sertão: Veredas)
Entre memórias, passagens e travessias, buscamos pela beleza e pelas brechas. Por marcações, de alguma forma definidas, que dão ritmo ao tempo, às fases e aos dias. O espaço nos engloba, e a paisagem nos circunda, nos lembrando da fisicalidade da nossa presença e da de todos os outros seres que compõem um lugar.