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TNSJ O Despertar da Primavera
Miguel Flor
O Despertar da Primavera, de Frank Wedekind
Encenação de Victor Hugo Pontes
TNSJ O Despertar da Primavera
Miguel Flor

O Despertar da Primavera (1891) será a primeira incursão de Victor Hugo Pontes, enquanto diretor artístico do TNSJ, no coração do repertório dramático universal. Nesta obra precursora da modernidade teatral, o dramaturgo alemão Frank Wedekind traça um paralelismo entre o despertar da sexualidade e o conhecimento da morte. O corpo e a excessiva tendência para a sua formatação são centrais nesta peça, onde se confrontam dois grandes corpos em movimento: o dos adolescentes e o dos adultos, com o primeiro a ser continuamente violentado pelo peso do segundo. Como encenar e coreografar hoje a tensão entre norma e pulsão, prazer e culpa, sensualidade livre e acomodação social? Victor Hugo Pontes, cuja obra tem dado visibilidade a corpos não normativos e celebrado em cena o desarranjo dos sentidos, vai construir uma resposta a esta pergunta, em conjunto com jovens selecionados em audição, e atores mais experientes. “Diz-me tudo, mãezinha, vá lá! Responde-me – como é que é?”

04
Mar
04
Abr
2027-03-04T19:00:00Z
2027-04-04T16:00:00Z
TNSJ — Teatro Nacional de São João

qua, qui, sáb 19h00 sex 21h00 dom 16h00
10, 11, 17, 18 mar: qua, qui 15h00 (sessões escolas)

7,50–16€
Praça da Batalha

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TNSJ O Despertar da Primavera

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TNSJ O Despertar da Primavera
Teatro
Em Inglês

O Despertar da Primavera (1891) será a primeira incursão de Victor Hugo Pontes, enquanto diretor artístico do TNSJ, no coração do repertório dramático universal. Nesta obra precursora da modernidade teatral, o dramaturgo alemão Frank Wedekind traça um paralelismo entre o despertar da sexualidade e o conhecimento da morte. O corpo e a excessiva tendência para a sua formatação são centrais nesta peça, onde se confrontam dois grandes corpos em movimento: o dos adolescentes e o dos adultos, com o primeiro a ser continuamente violentado pelo peso do segundo. Como encenar e coreografar hoje a tensão entre norma e pulsão, prazer e culpa, sensualidade livre e acomodação social? Victor Hugo Pontes, cuja obra tem dado visibilidade a corpos não normativos e celebrado em cena o desarranjo dos sentidos, vai construir uma resposta a esta pergunta, em conjunto com jovens selecionados em audição, e atores mais experientes. “Diz-me tudo, mãezinha, vá lá! Responde-me – como é que é?”

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