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É um dos edifícios mais filmados e fotografados de Lisboa. E, no entanto, uma parte importante da sua história permanece por revelar. O Teatro Nacional D. Maria II foi fundado há exatamente 180 anos, atravessou vários regimes políticos, sofreu um incêndio devastador e foi palco de inúmeras glórias e tragédias, coletivas e pessoais. Auto da Casa, realizado por Tiago Bartolomeu Costa e Joana Cunha Ferreira, é um documentário que percorre as memórias deste teatro através de diferentes arquivos, refletindo sobre a sua relação histórica com o meio cultural, a sociedade e o poder: “O D. Maria II é a fachada da história do país. Essa é a grande metáfora do filme. O debate não é se o teatro cumpre a sua missão, mas se nós cumprimos a nossa enquanto espectadores e cidadãos.” A apresentação de Auto da Casa no Teatro São João marca a sua estreia no Porto e serve de filme de pré-abertura do festival Porto/Post/Doc 2026.
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É um dos edifícios mais filmados e fotografados de Lisboa. E, no entanto, uma parte importante da sua história permanece por revelar. O Teatro Nacional D. Maria II foi fundado há exatamente 180 anos, atravessou vários regimes políticos, sofreu um incêndio devastador e foi palco de inúmeras glórias e tragédias, coletivas e pessoais. Auto da Casa, realizado por Tiago Bartolomeu Costa e Joana Cunha Ferreira, é um documentário que percorre as memórias deste teatro através de diferentes arquivos, refletindo sobre a sua relação histórica com o meio cultural, a sociedade e o poder: “O D. Maria II é a fachada da história do país. Essa é a grande metáfora do filme. O debate não é se o teatro cumpre a sua missão, mas se nós cumprimos a nossa enquanto espectadores e cidadãos.” A apresentação de Auto da Casa no Teatro São João marca a sua estreia no Porto e serve de filme de pré-abertura do festival Porto/Post/Doc 2026.
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