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TNSJ Auto da Barca do Inferno
Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente
Encenação de Marta Pazos
TNSJ Auto da Barca do Inferno

Depois de morrerem, um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais e encontram um Anjo e um Diabo, que os transportarão ao seu derradeiro destino: o Paraíso ou o Inferno? O que dizem ao Anjo para o convencerem a levá-los para o desejado Paraíso? Como tentam escapar ao Diabo? E o que realmente terão feito em vida para merecerem um ou outro destino? O Teatro Nacional São João convidou Marta Pazos, encenadora, cenógrafa, artista visual e nome central da cena contemporânea espanhola, para reativar a exultante herança de Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, ponto nevrálgico do repertório teatral português, com mais de quinhentos anos de atualidade. Nesta visitação dos anjos e dos demónios vicentinos, a artista convoca a dança e as artes visuais, propondo-nos um espetáculo colorido e luminoso, uma festa dos sentidos, capaz de reavivar toda a potência popular do auto. “À barca, à barca, boa gente, que queremos dar à vela! Chegar a ela! Chegar a ela!”

12
Nov
13
Dez
2026-11-12T19:00:00Z
2026-12-13T19:00:00Z
TNSJ — Teatro Nacional de São João

qua, qui, sáb 19h00

sex 21h00

dom 16h00

qua, qui 15h00 (sessões escolas)

7,50–16€
12+
Praça da Batalha

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Teatro
Língua Gestual Portuguesa

Depois de morrerem, um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais e encontram um Anjo e um Diabo, que os transportarão ao seu derradeiro destino: o Paraíso ou o Inferno? O que dizem ao Anjo para o convencerem a levá-los para o desejado Paraíso? Como tentam escapar ao Diabo? E o que realmente terão feito em vida para merecerem um ou outro destino? O Teatro Nacional São João convidou Marta Pazos, encenadora, cenógrafa, artista visual e nome central da cena contemporânea espanhola, para reativar a exultante herança de Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, ponto nevrálgico do repertório teatral português, com mais de quinhentos anos de atualidade. Nesta visitação dos anjos e dos demónios vicentinos, a artista convoca a dança e as artes visuais, propondo-nos um espetáculo colorido e luminoso, uma festa dos sentidos, capaz de reavivar toda a potência popular do auto. “À barca, à barca, boa gente, que queremos dar à vela! Chegar a ela! Chegar a ela!”

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