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Depois de morrerem, um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais e encontram um Anjo e um Diabo, que os transportarão ao seu derradeiro destino: o Paraíso ou o Inferno? O que dizem ao Anjo para o convencerem a levá-los para o desejado Paraíso? Como tentam escapar ao Diabo? E o que realmente terão feito em vida para merecerem um ou outro destino? O Teatro Nacional São João convidou Marta Pazos, encenadora, cenógrafa, artista visual e nome central da cena contemporânea espanhola, para reativar a exultante herança de Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, ponto nevrálgico do repertório teatral português, com mais de quinhentos anos de atualidade. Nesta visitação dos anjos e dos demónios vicentinos, a artista convoca a dança e as artes visuais, propondo-nos um espetáculo colorido e luminoso, uma festa dos sentidos, capaz de reavivar toda a potência popular do auto. “À barca, à barca, boa gente, que queremos dar à vela! Chegar a ela! Chegar a ela!”
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Depois de morrerem, um Fidalgo, um Onzeneiro, um Parvo, um Sapateiro, um Frade, uma Alcoviteira, um Corregedor, um Procurador, um Enforcado e quatro Cavaleiros chegam a um cais e encontram um Anjo e um Diabo, que os transportarão ao seu derradeiro destino: o Paraíso ou o Inferno? O que dizem ao Anjo para o convencerem a levá-los para o desejado Paraíso? Como tentam escapar ao Diabo? E o que realmente terão feito em vida para merecerem um ou outro destino? O Teatro Nacional São João convidou Marta Pazos, encenadora, cenógrafa, artista visual e nome central da cena contemporânea espanhola, para reativar a exultante herança de Auto da Barca do Inferno (1517), de Gil Vicente, ponto nevrálgico do repertório teatral português, com mais de quinhentos anos de atualidade. Nesta visitação dos anjos e dos demónios vicentinos, a artista convoca a dança e as artes visuais, propondo-nos um espetáculo colorido e luminoso, uma festa dos sentidos, capaz de reavivar toda a potência popular do auto. “À barca, à barca, boa gente, que queremos dar à vela! Chegar a ela! Chegar a ela!”
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