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TMP The Brotherhood
Mayra Azzi
Trilogia Cadela Força – Capítulo II: The Brotherhood
de Carolina Bianchi Y Cara de Cavalo
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Mayra Azzi

The Brotherhood é o segundo capítulo da trilogia Cadela Força. Carolina Bianchi, em colaboração com a companhia Cara de Cavalo, mergulha na complexidade dos pactos de masculinidade, nas possíveis origens da fraternidade e nos seus códigos — muitos deles responsáveis por perpetuar a violência sexual como parte do seu vocabulário. A proposta não procura simplificar o tema e reconhece também o fascínio que esta irmandade pode suscitar, sobretudo quando associada à História da Arte. O texto aproxima-se, assim, da tensão constante entre a repulsa e a atração perante as dinâmicas de poder masculino. Recorrendo a dispositivos teatrais, Bianchi constrói possíveis caminhos de reflexão, estabelecendo ligações densas entre representação e trauma real, entre as estruturas de poder na arte e uma poética radical. Simultaneamente, investiga as origens da misoginia e uma sexualidade em crise. A estrutura do espetáculo revela-se, por fim, como uma armadilha: fragiliza a autoria de Bianchi e transforma-a numa figura fantasmática, condenada a sofrer as consequências de observar esta Irmandade de tão perto. — Carolina Bianchi

20
Nov
21
Nov
2026-11-20T21:00:00Z
2026-11-21T17:00:00Z
TMP — Rivoli

20 nov: 21h00

21 nov: 17h00

12€
18+
Praça de D. João I

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Espetáculo
Descontos Cartão Porto.

The Brotherhood é o segundo capítulo da trilogia Cadela Força. Carolina Bianchi, em colaboração com a companhia Cara de Cavalo, mergulha na complexidade dos pactos de masculinidade, nas possíveis origens da fraternidade e nos seus códigos — muitos deles responsáveis por perpetuar a violência sexual como parte do seu vocabulário. A proposta não procura simplificar o tema e reconhece também o fascínio que esta irmandade pode suscitar, sobretudo quando associada à História da Arte. O texto aproxima-se, assim, da tensão constante entre a repulsa e a atração perante as dinâmicas de poder masculino. Recorrendo a dispositivos teatrais, Bianchi constrói possíveis caminhos de reflexão, estabelecendo ligações densas entre representação e trauma real, entre as estruturas de poder na arte e uma poética radical. Simultaneamente, investiga as origens da misoginia e uma sexualidade em crise. A estrutura do espetáculo revela-se, por fim, como uma armadilha: fragiliza a autoria de Bianchi e transforma-a numa figura fantasmática, condenada a sofrer as consequências de observar esta Irmandade de tão perto. — Carolina Bianchi

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