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Mechita é uma criação na qual seis mulheres partilham um palco-espelho, convocando o corpo como arquivo vivo, território de memória e lugar de resistência. A partir de fragmentos da infância, da liberdade, da voz e do feminino, a peça cruza o universo da criadora com o das intérpretes, explorando uma herança cigana deixada pela família paterna. O título, inspirado nos diminutivos carinhosos utilizados para nomear crianças em algumas culturas, convoca a reflexão sobre uma ancestralidade que persiste no corpo sem pedir autorização. Mechita é uma celebração poética da transformação, do corpo coral e da beleza efémera do viver. — Sol Garcia
Após as apresentações de MANUAL DE DEFESA e Mechita na sexta-feira, dia 27 de novembro, haverá uma conversa com a presença das equipas artísticas.
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Mechita é uma criação na qual seis mulheres partilham um palco-espelho, convocando o corpo como arquivo vivo, território de memória e lugar de resistência. A partir de fragmentos da infância, da liberdade, da voz e do feminino, a peça cruza o universo da criadora com o das intérpretes, explorando uma herança cigana deixada pela família paterna. O título, inspirado nos diminutivos carinhosos utilizados para nomear crianças em algumas culturas, convoca a reflexão sobre uma ancestralidade que persiste no corpo sem pedir autorização. Mechita é uma celebração poética da transformação, do corpo coral e da beleza efémera do viver. — Sol Garcia
Após as apresentações de MANUAL DE DEFESA e Mechita na sexta-feira, dia 27 de novembro, haverá uma conversa com a presença das equipas artísticas.
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