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Dzudza nasce da poeira do Xiquelene, onde o corpo de Maputo respira em múltiplas línguas. Num tempo de fronteiras e deslocamentos, esta dança propõe o gesto de levantar: a voz, o movimento e a escuta. É uma celebração da vida em meio ao ruído, uma resposta luminosa. Nascida entre o chão da periferia e o pulso do centro, a peça afirma o corpo como território de resistência e comunhão. O canto inspirado nas inúmeras e variadas igrejas, brincadeiras e cantos populares, atravessa a cena como um mar que lava as almas, a memória e o tempo. Junto dele, a capulana que nos acompanha desde a nascença, que embala, acolhe e colore as nossas ações. Símbolo de identidade e afeto, dissolve fronteiras entre o masculino e o feminino, o local e o estrangeiro, o sagrado e o quotidiano. — Idio Chichava
Este espetáculo envolve interação com o público.
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Dzudza nasce da poeira do Xiquelene, onde o corpo de Maputo respira em múltiplas línguas. Num tempo de fronteiras e deslocamentos, esta dança propõe o gesto de levantar: a voz, o movimento e a escuta. É uma celebração da vida em meio ao ruído, uma resposta luminosa. Nascida entre o chão da periferia e o pulso do centro, a peça afirma o corpo como território de resistência e comunhão. O canto inspirado nas inúmeras e variadas igrejas, brincadeiras e cantos populares, atravessa a cena como um mar que lava as almas, a memória e o tempo. Junto dele, a capulana que nos acompanha desde a nascença, que embala, acolhe e colore as nossas ações. Símbolo de identidade e afeto, dissolve fronteiras entre o masculino e o feminino, o local e o estrangeiro, o sagrado e o quotidiano. — Idio Chichava
Este espetáculo envolve interação com o público.
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