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Titus Andronicus, que o espetáculo Titus adapta, é uma obra marcada pelo excesso – de violência, de sangue, de desejo de poder. Vivemos hoje também tempos de excesso: a violência ressurge com novos rostos, sob discursos autoritários de guerra justa, de paz imposta pela força. A violência banaliza-se, os mecanismos de poder e de vingança permanecem ativos e até normalizados na sociedade contemporânea. Na conversa Titus: A Anatomia do Ódio, as consultoras científica e dramatúrgica de Titus, Joana Ricarte e Maria Sequeira Mendes, juntam-se a Hugo van der Ding – que, com os encenadores Cátia Pinheiro & José Nunes, assina a adaptação –, para explorar a perturbadora atualidade desta peça. Shakespeare disseca a violência em toda a sua crueza ao fazer dela o centro do drama, convidando-nos a reconhecer os seus ecos no nosso próprio tempo.
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Titus Andronicus, que o espetáculo Titus adapta, é uma obra marcada pelo excesso – de violência, de sangue, de desejo de poder. Vivemos hoje também tempos de excesso: a violência ressurge com novos rostos, sob discursos autoritários de guerra justa, de paz imposta pela força. A violência banaliza-se, os mecanismos de poder e de vingança permanecem ativos e até normalizados na sociedade contemporânea. Na conversa Titus: A Anatomia do Ódio, as consultoras científica e dramatúrgica de Titus, Joana Ricarte e Maria Sequeira Mendes, juntam-se a Hugo van der Ding – que, com os encenadores Cátia Pinheiro & José Nunes, assina a adaptação –, para explorar a perturbadora atualidade desta peça. Shakespeare disseca a violência em toda a sua crueza ao fazer dela o centro do drama, convidando-nos a reconhecer os seus ecos no nosso próprio tempo.
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