Em THE LAST DANCE, Hugo Cantegrel prossegue a sua exploração dos sonhos e das memórias coletivas. A exposição reúne esculturas de luz neon, fotografias impressas em metal que captam um avião a traçar uma frase no céu e uma série de bolas de basquetebol em cerâmica. Esses elementos, simultaneamente familiares e estranhamente distantes, evocam a suspensão do tempo, característica do estado onírico. Entre o céu e a terra, entre o desejo de elevação e a força da gravidade, Cantegrel interroga a persistência dos sonhos perante a realidade e a frágil beleza do gesto imobilizado: o da “última dança”.