PT

EN
TeCA Cantar de Galo
Pedro Sardinha
Cantar de Galo, de Robert Schenkkan
Direção e interpretação de Jorge Andrade
TeCA Cantar de Galo
Pedro Sardinha
Se o Galo de Barcelos, o souvenir mais popular de Portugal, pudesse falar, que história contaria? Esta foi a pergunta que o dramaturgo, argumentista e ator americano Robert Schenkkan, vencedor de prémios como o Pulitzer e o Tony, se pôs, no seguimento de uma residência artística na mala voadora em 2022. Em resposta, escreveu o monólogo Cantar de Galo (Old Cock) e ofereceu-o a Jorge Andrade, que o interpreta e encena. No seu solilóquio, o Galo conta como salvou da forca um homem injustamente acusado, para depois acabar transformado num símbolo da cultura visual do Estado Novo, de um decorativismo duvidoso. A dado momento, trava-se de razões com Salazar, o inventor da ficção nacionalista de que ele próprio é uma das figuras ilustrativas. Esmaga o ditador com os seus argumentos, recuperando a vocação de protetor da liberdade dos inocentes. O olhar interessado de Schenkkan sobre a nossa história, os contornos do fascismo e da cultura que o regime inventou, libertou o canto deste velho galo, afinal mais longevo do que Salazar; deu-lhe uma voz triunfante, levou-o a Cantar de Galo.
24
Set
26
Set
2026-09-24T19:00:00Z
2026-09-26T19:00:00Z
TeCA — Teatro Carlos Alberto

24 e 26 set: 19h00
25 set: 21h00

12€
12+
R. das Oliveiras, 43

Mais info

TeCA Cantar de Galo

Guardar no Calendário

TeCA Cantar de Galo
Teatro
Se o Galo de Barcelos, o souvenir mais popular de Portugal, pudesse falar, que história contaria? Esta foi a pergunta que o dramaturgo, argumentista e ator americano Robert Schenkkan, vencedor de prémios como o Pulitzer e o Tony, se pôs, no seguimento de uma residência artística na mala voadora em 2022. Em resposta, escreveu o monólogo Cantar de Galo (Old Cock) e ofereceu-o a Jorge Andrade, que o interpreta e encena. No seu solilóquio, o Galo conta como salvou da forca um homem injustamente acusado, para depois acabar transformado num símbolo da cultura visual do Estado Novo, de um decorativismo duvidoso. A dado momento, trava-se de razões com Salazar, o inventor da ficção nacionalista de que ele próprio é uma das figuras ilustrativas. Esmaga o ditador com os seus argumentos, recuperando a vocação de protetor da liberdade dos inocentes. O olhar interessado de Schenkkan sobre a nossa história, os contornos do fascismo e da cultura que o regime inventou, libertou o canto deste velho galo, afinal mais longevo do que Salazar; deu-lhe uma voz triunfante, levou-o a Cantar de Galo.

Partilhar

Relacionados

Da secção

Palcos
Ondas e Confissões
Monologues with Sotaque
Ondas e Confissões
Palcos

Teatro

Fireflies
Teatro físico
Fireflies
Palcos

Teatro

VIRIL, de Daniel Seabra
Ensaios de Circo
VIRIL
Palcos

Gratuito

Circo

Invento uma forma de não enlouquecer
Leitura encenada da obra de Inês Lourenço em torno da guerra na P...
Palcos

Gratuito

Leitura

O Poeta é um Ladrão de Fogo
Quintas de Leitura fora de portas
Palcos

Gratuito

Leitura

O Fantástico Francis Hardy, Curandeiro, ...
Leitura encenada com interpretação de Patrícia Queirós e Victor H...
Palcos

Gratuito

Espetáculo

O Amor é Fodid*, de Miguel Esteves Cardo...
Encenação e interpretação de João Garcia Miguel
TSB O Amor Fodid
Palcos

Teatro

Insuficiente, de Ana Garcia Martins
Stand Up Comedy
TSB Ana Garcia Martins
Palcos

Comédia

26 VOLTS
Encontro Internacional de Artes Performativas
26 Volts
Palcos

Gratuito

Performance

Relicário Perpétuo
com música de Luís Tinoco e encenação de Nuno Carinhas
TNSJ Relicário Perpétuo
Palcos

Ópera

TeCA Cantar de Galo
agenda-porto.pt desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile