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Os sonetos de António Carneiro (1872-1930) foram publicados postumamente em 1936.
Nestes poemas, encontramos as funduras do seu temperamento melancólico e místico, a fé e a dúvida, o amor e a perda. Há um silêncio que perpassa cada um destes sonetos que, mais do que a afirmação da condição de poeta, segreda o âmago do sentido poético que tanto nos comove na sua arte.
O reencontro com António Carneiro nestes sonetos não é apenas um exercício literário; enquanto ofício da memória e da gratidão, é fundamentalmente um compromisso com a humanidade e com a beleza.
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Os sonetos de António Carneiro (1872-1930) foram publicados postumamente em 1936.
Nestes poemas, encontramos as funduras do seu temperamento melancólico e místico, a fé e a dúvida, o amor e a perda. Há um silêncio que perpassa cada um destes sonetos que, mais do que a afirmação da condição de poeta, segreda o âmago do sentido poético que tanto nos comove na sua arte.
O reencontro com António Carneiro nestes sonetos não é apenas um exercício literário; enquanto ofício da memória e da gratidão, é fundamentalmente um compromisso com a humanidade e com a beleza.
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