PT
17 JUN | MAR
Dois filmes atravessados pela memória, pela passagem do tempo e pelas relações entre corpo, arquivo e identidade.
SALTO, de Ana Castro | Doc | 12’43” | 2025
Entre o peso da história e a leveza da memória, há um salto que nunca termina. Em SALTO, a realizadora revisita as histórias vividas e transmitidas pela sua avó, Rosalina de Castro, entrelaçando memória pessoal e coletiva. Através de imagens de arquivo pessoal, testemunhos e filmagens contemporâneas, o filme traça o percurso das primeiras mulheres paraquedistas civis em Portugal, revelando a sua coragem e os ecos de um passado que ainda ressoa. Mais do que um retrato de quem desafiou os céus, SALTO é uma reflexão sobre as histórias que herdamos, o que recordamos e o que permanece por dizer.
KORA, de Cláudia Varejão | Doc | 29’00” | 2024
KORA traça a silhueta de mulheres refugiadas a viver em Portugal. Em comum entre si, trazem o passado no corpo e nas palavras, bem como aqueles que amam impressos em retratos. A partir dessas memórias, acedemos ao olhar íntimo e político de quem reconstrói o (seu) presente.
Evento de
17 JUN | MAR
Dois filmes atravessados pela memória, pela passagem do tempo e pelas relações entre corpo, arquivo e identidade.
SALTO, de Ana Castro | Doc | 12’43” | 2025
Entre o peso da história e a leveza da memória, há um salto que nunca termina. Em SALTO, a realizadora revisita as histórias vividas e transmitidas pela sua avó, Rosalina de Castro, entrelaçando memória pessoal e coletiva. Através de imagens de arquivo pessoal, testemunhos e filmagens contemporâneas, o filme traça o percurso das primeiras mulheres paraquedistas civis em Portugal, revelando a sua coragem e os ecos de um passado que ainda ressoa. Mais do que um retrato de quem desafiou os céus, SALTO é uma reflexão sobre as histórias que herdamos, o que recordamos e o que permanece por dizer.
KORA, de Cláudia Varejão | Doc | 29’00” | 2024
KORA traça a silhueta de mulheres refugiadas a viver em Portugal. Em comum entre si, trazem o passado no corpo e nas palavras, bem como aqueles que amam impressos em retratos. A partir dessas memórias, acedemos ao olhar íntimo e político de quem reconstrói o (seu) presente.
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