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Serei eu um objeto imaginário?, com Virgínia Mota
Serei eu um objeto imaginário?, com Virgínia Mota
Oficina filosófica com dinâmicas artísticas para crianças
Serei eu um objeto imaginário?, com Virgínia Mota

Imaginemos uma sala cheia de coisas de outros tempos, tecidos coloridos com texturas, adereços e bugigangas divertidas, um espelho, chapéus e ferramentas, e, de repente, encontramos uma caixa comum a peruca lá dentro e de baixo dela um bicho de pelúcia. Sobre o que conversará ele ao telefone (de fio!) com a avó Elvira?

Nesta oficina gostamos de perguntar e pensar filosoficamente. E, juntos, colecionamos objetos. São as coleções que compõem maneiras de ver e ser, e nos aproximam das narrativas de cada um.

Um pequeno objeto pode falar sobre uma terra, uma comunidade ou um evento familiar. E para conhecer várias perspetivas sobre ele precisaremos de tempo e espaço: sejam elas utilitaristas, culturais, simbólicas, religiosas, artísticas ou infantis, cuja singularidade colabora na perceção e na sensação, autorrepresentativas, de cada criança.

O objetivo será praticar a subjetividade individual e a empatia pelo outro, sem exclusão.

Iremos perceber que os objetos são amigos que nos ajudam a brincar de ser quem somos.

28
Fev
2026-02-28T10:30:00Z
2026-02-28T13:33:26Z
Núcleo da Alfândega do Museu do Porto
10:30

+Cal

Gratuito

6+
Edifício da Alfândega, R. Nova da Alfândega

Mais info

Serei eu um objeto imaginário?, com Virgínia Mota

Evento de

Programa paralelo da exposição “Fluxo. Objetos, Pessoas e Lugares”
Gratuito
Oficina
Famílias

Imaginemos uma sala cheia de coisas de outros tempos, tecidos coloridos com texturas, adereços e bugigangas divertidas, um espelho, chapéus e ferramentas, e, de repente, encontramos uma caixa comum a peruca lá dentro e de baixo dela um bicho de pelúcia. Sobre o que conversará ele ao telefone (de fio!) com a avó Elvira?

Nesta oficina gostamos de perguntar e pensar filosoficamente. E, juntos, colecionamos objetos. São as coleções que compõem maneiras de ver e ser, e nos aproximam das narrativas de cada um.

Um pequeno objeto pode falar sobre uma terra, uma comunidade ou um evento familiar. E para conhecer várias perspetivas sobre ele precisaremos de tempo e espaço: sejam elas utilitaristas, culturais, simbólicas, religiosas, artísticas ou infantis, cuja singularidade colabora na perceção e na sensação, autorrepresentativas, de cada criança.

O objetivo será praticar a subjetividade individual e a empatia pelo outro, sem exclusão.

Iremos perceber que os objetos são amigos que nos ajudam a brincar de ser quem somos.

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