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To Be Or Not To Be/Ser Ou Não Ser
Alan Johnson, EUA, 1983, 1h47m, FIC.
Inspiradíssimo remake do clássico de 1942 de Ernst Lubitsch, To Be or Not to Be é uma comédia satírica passada na Varsóvia ocupada pelos nazis, onde um casal de atores (interpretado por Brooks e a grande Anne Bancfot, casal também na vida real) e a sua companhia de teatro usam do disfarce e da astúcia para enfrentar o invasor. Realizado pelo habitual coreógrafo dos filmes de Brooks (Alan Johnson), o filme, prolongando a obsessão de Brooks (judeu) com o trauma do Holocausto, revela uma abordagem à interpretação quiçá mais sofisticada do que em Blazing Saddles ou The Producers, mas mantendo uma constante da sua obra: a utilização do humor para ridicularizar e desmontar o totalitarismo (e com uma particular e comovente atenção à perseguição da comunidade homossexual). Apesar de ter sido inicialmente recebido com alguma reserva por inevitáveis comparações com o original, está hoje no lugar que merece: uma espirituosa obra que alia sátira, memória histórica e reflexão sobre o poder subversivo da arte.
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To Be Or Not To Be/Ser Ou Não Ser
Alan Johnson, EUA, 1983, 1h47m, FIC.
Inspiradíssimo remake do clássico de 1942 de Ernst Lubitsch, To Be or Not to Be é uma comédia satírica passada na Varsóvia ocupada pelos nazis, onde um casal de atores (interpretado por Brooks e a grande Anne Bancfot, casal também na vida real) e a sua companhia de teatro usam do disfarce e da astúcia para enfrentar o invasor. Realizado pelo habitual coreógrafo dos filmes de Brooks (Alan Johnson), o filme, prolongando a obsessão de Brooks (judeu) com o trauma do Holocausto, revela uma abordagem à interpretação quiçá mais sofisticada do que em Blazing Saddles ou The Producers, mas mantendo uma constante da sua obra: a utilização do humor para ridicularizar e desmontar o totalitarismo (e com uma particular e comovente atenção à perseguição da comunidade homossexual). Apesar de ter sido inicialmente recebido com alguma reserva por inevitáveis comparações com o original, está hoje no lugar que merece: uma espirituosa obra que alia sátira, memória histórica e reflexão sobre o poder subversivo da arte.
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