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![[Festival DDD] - Saudade + Almost Friday](https://img.bndlyr.com/nskcmaaopx/_assets/polina-skarga-maksim-kunzetsov.png?fit=fill&w=1400)
![[Festival DDD] - Saudade + Almost Friday](https://img.bndlyr.com/nskcmaaopx/_assets/polina-skarga-maksim-kunzetsov.png?fit=fill&w=1400)
Saudade
Saudade é um solo contemporâneo experimental, construído a partir de um princípio de questionamento e contemplação. A performance explora o fluxo contínuo e íntimo de perguntas que atravessam tanto a intérprete como o público: Como é sentir o ato de estar sentado? Qual será o meu próximo pensamento? Posso abrandar? Desta forma, a peça transforma-se num diálogo vivo entre a reflexão interior e a presença exterior, criando um espaço partilhado de consciência e de desejo silencioso. — Polina Skarga
Almost Friday
Uma obra coreográfica que explora os ritmos da vida moderna. Através do movimento, o artista encarna diversos estados de existência — desde a rotina quotidiana até explosões de emoção intensa. A peça observa a natureza cíclica das nossas vidas, onde estados de espírito em constante mudança, a antecipação, momentos de elevação e de descanso se combinam numa imagem universalmente reconhecível. A dança funciona como uma metáfora para os padrões de vida que nos ligam a todos, contemplando como as experiências pessoais do tempo se tornam parte da nossa jornada humana compartilhada. É um convite ao público para parar e ouvir o ritmo em que vivemos. — Maksim Kunzetsov
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Saudade
Saudade é um solo contemporâneo experimental, construído a partir de um princípio de questionamento e contemplação. A performance explora o fluxo contínuo e íntimo de perguntas que atravessam tanto a intérprete como o público: Como é sentir o ato de estar sentado? Qual será o meu próximo pensamento? Posso abrandar? Desta forma, a peça transforma-se num diálogo vivo entre a reflexão interior e a presença exterior, criando um espaço partilhado de consciência e de desejo silencioso. — Polina Skarga
Almost Friday
Uma obra coreográfica que explora os ritmos da vida moderna. Através do movimento, o artista encarna diversos estados de existência — desde a rotina quotidiana até explosões de emoção intensa. A peça observa a natureza cíclica das nossas vidas, onde estados de espírito em constante mudança, a antecipação, momentos de elevação e de descanso se combinam numa imagem universalmente reconhecível. A dança funciona como uma metáfora para os padrões de vida que nos ligam a todos, contemplando como as experiências pessoais do tempo se tornam parte da nossa jornada humana compartilhada. É um convite ao público para parar e ouvir o ritmo em que vivemos. — Maksim Kunzetsov
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