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Depois de duas edições que levaram mais de mil pessoas a ocupar uma das zonas históricas da cidade, o São João São João — Uma Rua Viva regressa no próximo sábado, 5 de setembro, para uma terceira edição. Entre as 15h e as 20h, a Rua de São João volta a fechar-se ao trânsito e transforma-se, durante uma tarde, num percurso livre de petiscos, vinho, música, arte e iniciativas da comunidade — de entrada gratuita e sem necessidade de reserva.
A cada edição, o projeto tem crescido a partir da mesma ideia: durante algumas horas, os espaços comerciais e culturais da rua deixam de ser apenas lugares de passagem e tornam-se pontos de encontro, criação e descoberta, mantendo a identidade de cada negócio e reforçando a ligação entre quem trabalha, vive e cria nesta parte da cidade.
Uma rua onde também se vê arte
A grande novidade desta edição é a entrada do Citynizer, que se apresenta pela primeira vez no evento e recebe uma exposição da jovem artista plástica Sara Coelho. A mostra integra-se na dinâmica do percurso, levando a criação artística para a rua e aproximando os visitantes do trabalho de uma nova geração de artistas.
A programação inclui ainda a "Montra Viva", uma iniciativa de arte na rua que reforça uma das ideias fundadoras do projeto: abrir os espaços e ocupá-los de outra forma, ainda que por uma tarde.
Uma feira de brinquedos a favor da comunidade
A terceira edição traz também uma dimensão solidária ligada à comunidade local. Ao longo da tarde realiza-se uma Feira de Brinquedos, com toda a receita a reverter integralmente para o Centro Social e Paroquial de São Nicolau — uma relação que a organização mantém desde a primeira edição e que procura que a celebração da rua tenha impacto direto em quem nela vive e trabalha durante todo o ano. No mesmo espírito, o Centro Social acolhe um workshop de flores aberto à participação da comunidade.
"Aquilo que queremos construir com o São João | Uma Rua Viva é uma iniciativa que cresça sem perder a sua razão de existir. A rua é feita pelos comerciantes, mas também pelos moradores, pelas instituições, pelos artistas e por todas as pessoas que a atravessam diariamente. Nesta terceira edição conseguimos juntar ainda mais destas dimensões: gastronomia, música, arte e uma iniciativa solidária que reverte diretamente para o Centro Social de São Nicolau", explica Inês Barbosa, da organização.
Da gastronomia à música, uma tarde para percorrer a pé
A gastronomia continua a ser um dos pilares da iniciativa. Por 7,50 €, cada espaço aderente apresenta um petisco acompanhado de vinho ou outra bebida, permitindo desenhar um percurso livre pela rua, de porta em porta. Entre as propostas contam-se o pintxo com sidra ou txakoli do SAGARDI, o pica-pau com copo de vinho do MUST, a patanisca com vinho do Tapas 65, o pão com chouriço e cerveja Abadia do Cris Bar, o bolinho de bacalhau com Vinho do Porto do Local Food Experience e a panqueca com latte da Miniquecas. Do valor de cada proposta 10% reverte a favor do Centro Social de São Nicolau.
A música acompanha o percurso desde o início da tarde. A programação abre às 15h com um DJ set dedicado aos anos 80 e 90. Às 17h30, o Fado na Baixa leva o "Fado à Porta" para a rua, antes de um novo DJ set, às 18h, junto ao The Central House Hostel. O programa prolonga-se até às 20h, com um toast da Cockburn's no Hotel Carris.
Ao longo do dia haverá ainda uma visita exclusiva à Feitoria Inglesa, uma edição especial do Peddy Paper cultural, integrado na Casa Aberta do Hotel ICON, e outras iniciativas distribuídas pelos espaços aderentes.
"Cada edição tem servido para perceber até onde pode ir esta ideia de uma rua viva. Começámos por juntar os negócios e abrir as portas. Depois conseguimos levar mais de mil pessoas para a rua. Agora estamos a juntar gastronomia, música, arte e solidariedade de uma forma cada vez mais próxima da própria comunidade. É isso que queremos continuar a fazer", afirma Fernando Assis Coelho, da organização.
· 15h00 — DJ set – anos 80 e 90
· 15h15 — Oficina artística para a família, organizado pela Cooperativa Ponte de Contacto no Centro Social de São Nicolau
· 15h30 — Visita exclusiva à Feitoria Inglesa (esgotada)
· 16h30 — Arte na rua com "Montra Viva"
· 17h30 — Fado à Porta, por Fado na Baixa
· 18h00 — DJ set à porta do The Central House Hostel
· 20h00 — Cockburn's Toast no Hotel Carris
Gratuito
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Depois de duas edições que levaram mais de mil pessoas a ocupar uma das zonas históricas da cidade, o São João São João — Uma Rua Viva regressa no próximo sábado, 5 de setembro, para uma terceira edição. Entre as 15h e as 20h, a Rua de São João volta a fechar-se ao trânsito e transforma-se, durante uma tarde, num percurso livre de petiscos, vinho, música, arte e iniciativas da comunidade — de entrada gratuita e sem necessidade de reserva.
A cada edição, o projeto tem crescido a partir da mesma ideia: durante algumas horas, os espaços comerciais e culturais da rua deixam de ser apenas lugares de passagem e tornam-se pontos de encontro, criação e descoberta, mantendo a identidade de cada negócio e reforçando a ligação entre quem trabalha, vive e cria nesta parte da cidade.
Uma rua onde também se vê arte
A grande novidade desta edição é a entrada do Citynizer, que se apresenta pela primeira vez no evento e recebe uma exposição da jovem artista plástica Sara Coelho. A mostra integra-se na dinâmica do percurso, levando a criação artística para a rua e aproximando os visitantes do trabalho de uma nova geração de artistas.
A programação inclui ainda a "Montra Viva", uma iniciativa de arte na rua que reforça uma das ideias fundadoras do projeto: abrir os espaços e ocupá-los de outra forma, ainda que por uma tarde.
Uma feira de brinquedos a favor da comunidade
A terceira edição traz também uma dimensão solidária ligada à comunidade local. Ao longo da tarde realiza-se uma Feira de Brinquedos, com toda a receita a reverter integralmente para o Centro Social e Paroquial de São Nicolau — uma relação que a organização mantém desde a primeira edição e que procura que a celebração da rua tenha impacto direto em quem nela vive e trabalha durante todo o ano. No mesmo espírito, o Centro Social acolhe um workshop de flores aberto à participação da comunidade.
"Aquilo que queremos construir com o São João | Uma Rua Viva é uma iniciativa que cresça sem perder a sua razão de existir. A rua é feita pelos comerciantes, mas também pelos moradores, pelas instituições, pelos artistas e por todas as pessoas que a atravessam diariamente. Nesta terceira edição conseguimos juntar ainda mais destas dimensões: gastronomia, música, arte e uma iniciativa solidária que reverte diretamente para o Centro Social de São Nicolau", explica Inês Barbosa, da organização.
Da gastronomia à música, uma tarde para percorrer a pé
A gastronomia continua a ser um dos pilares da iniciativa. Por 7,50 €, cada espaço aderente apresenta um petisco acompanhado de vinho ou outra bebida, permitindo desenhar um percurso livre pela rua, de porta em porta. Entre as propostas contam-se o pintxo com sidra ou txakoli do SAGARDI, o pica-pau com copo de vinho do MUST, a patanisca com vinho do Tapas 65, o pão com chouriço e cerveja Abadia do Cris Bar, o bolinho de bacalhau com Vinho do Porto do Local Food Experience e a panqueca com latte da Miniquecas. Do valor de cada proposta 10% reverte a favor do Centro Social de São Nicolau.
A música acompanha o percurso desde o início da tarde. A programação abre às 15h com um DJ set dedicado aos anos 80 e 90. Às 17h30, o Fado na Baixa leva o "Fado à Porta" para a rua, antes de um novo DJ set, às 18h, junto ao The Central House Hostel. O programa prolonga-se até às 20h, com um toast da Cockburn's no Hotel Carris.
Ao longo do dia haverá ainda uma visita exclusiva à Feitoria Inglesa, uma edição especial do Peddy Paper cultural, integrado na Casa Aberta do Hotel ICON, e outras iniciativas distribuídas pelos espaços aderentes.
"Cada edição tem servido para perceber até onde pode ir esta ideia de uma rua viva. Começámos por juntar os negócios e abrir as portas. Depois conseguimos levar mais de mil pessoas para a rua. Agora estamos a juntar gastronomia, música, arte e solidariedade de uma forma cada vez mais próxima da própria comunidade. É isso que queremos continuar a fazer", afirma Fernando Assis Coelho, da organização.
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