Um verso de Luís Miguel Nava acicata este encontro relampejante entre especialistas na arte e na fúria de (bem) dizer poesia.
A poesia é uma arma, um gume apontado às gargantas dos opressores. Anunciamos um serão poético sem freios, atravessado por momentos arrebatados, cortantes, inesperados.
Imagem, circo contemporâneo, muita música, leituras vibrantes e, a abrir a sessão, uma faixa escondida (sim, como nos discos) — eis o menu desta noite febril, acesa.
Venham descobrir os protagonistas deste serão poético que nos sai do coração para galgar o molhe. — João Gesta