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Eureka! – eventos comunitários e exploratórios sob a forma de um micro-festival que tem lugar numa tarde de domingo, no Espaço Porta-Jazz, com performances, oficinas e apresentações/conversas orientadas por convidados de relevo, tudo sob égide de um tema único a cada sessão. Pretende-se suscitar a reflexão, o debate, a colaboração, a inspiração mútua, a ligação à academia, à ciência, à economia, o florescimento das artes, juntando participantes e público, em ambiente informal, com lugar a convívio, comes e bebes.
Eureka! #4 "O CORPO QUE FALHA"
Os dedos atrapalham-se sobre as teclas do piano, a voz quebra-se no topo da tessitura, a baqueta já não ressalta com a velocidade da juventude. A acção e o raciocínio saem frustrados pelo sono, cansaço, doença, indisposições, maleitas várias. O corpo que somos também é o corpo que perdemos, incontrolável, desordenado, cacofónico, degradando-se por uma multiplicidade de afectos que se impõem à vontade. Não poucos artistas buscam a alienação, jogam com estados de consciência. Que papel tem esse corpo que falha na criação e na experiência estética?
Convidados:
Luís António Umbelino (Filósofo, Professor da Univ. Coimbra)
Clara Lai (Pianista)
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Eureka! – eventos comunitários e exploratórios sob a forma de um micro-festival que tem lugar numa tarde de domingo, no Espaço Porta-Jazz, com performances, oficinas e apresentações/conversas orientadas por convidados de relevo, tudo sob égide de um tema único a cada sessão. Pretende-se suscitar a reflexão, o debate, a colaboração, a inspiração mútua, a ligação à academia, à ciência, à economia, o florescimento das artes, juntando participantes e público, em ambiente informal, com lugar a convívio, comes e bebes.
Eureka! #4 "O CORPO QUE FALHA"
Os dedos atrapalham-se sobre as teclas do piano, a voz quebra-se no topo da tessitura, a baqueta já não ressalta com a velocidade da juventude. A acção e o raciocínio saem frustrados pelo sono, cansaço, doença, indisposições, maleitas várias. O corpo que somos também é o corpo que perdemos, incontrolável, desordenado, cacofónico, degradando-se por uma multiplicidade de afectos que se impõem à vontade. Não poucos artistas buscam a alienação, jogam com estados de consciência. Que papel tem esse corpo que falha na criação e na experiência estética?
Convidados:
Luís António Umbelino (Filósofo, Professor da Univ. Coimbra)
Clara Lai (Pianista)
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