Entre o gesto e o acaso, “Playground” nasce como um território de experimentação — um espaço onde as imagens brincam, colidem e se reinventam. As colagens tornam-se jogos de descoberta: pedaços soltos que se encontram num equilíbrio provisório, entre o lúdico e o estranho. Aqui, o olhar é convidado a brincar também — a montar e desmontar sentidos, a entrar no ritmo da improvisação e do erro. “Playground” celebra o prazer do fazer: o instante em que criar é, antes de tudo, um ato de curiosidade.