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Vencedor em 2024 do Leeds International Piano Competition e primeiro prémio no Concours Musical International de Montréal e no Concurso Internacional de Piano Paloma O'Shea de Santander, o pianista canadiano Jaeden Izik-Dzurko chega à Porto Pianofest num momento notável de uma carreira em rápida ascensão. Descrito pela Bachtrack como um artista sincero que "se distingue", traz ao palco aquilo que o júri de Leeds classificou como uma excepcional maturidade artística, aliada a um profundo poder comunicativo.
O seu programa é um retrato do interior romântico — sombrio, inquiridor e, em última análise, de fôlego arquitectónico. Os Prelúdios de Scriabin abrem a noite com uma intensidade lírica concentrada, seguidos da Fantasia em Dó maior de Schumann, um dos grandes desabafos da literatura pianística, que transita entre o êxtase e a desolação quase sem costura. Os Prelúdios de Rachmaninoff trazem as suas sombras e o seu ímpeto característicos, antes de o Prelúdio, Coral e Fuga de César Franck encerrar o programa com uma grandeza cumulativa — uma obra que canaliza o Barroco através de uma sensibilidade profundamente romântica. Nesta sua estreia na Porto Pianofest, Izik-Dzurko demonstra que este é um artista não apenas a observar, mas a ouvir desde já.
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Vencedor em 2024 do Leeds International Piano Competition e primeiro prémio no Concours Musical International de Montréal e no Concurso Internacional de Piano Paloma O'Shea de Santander, o pianista canadiano Jaeden Izik-Dzurko chega à Porto Pianofest num momento notável de uma carreira em rápida ascensão. Descrito pela Bachtrack como um artista sincero que "se distingue", traz ao palco aquilo que o júri de Leeds classificou como uma excepcional maturidade artística, aliada a um profundo poder comunicativo.
O seu programa é um retrato do interior romântico — sombrio, inquiridor e, em última análise, de fôlego arquitectónico. Os Prelúdios de Scriabin abrem a noite com uma intensidade lírica concentrada, seguidos da Fantasia em Dó maior de Schumann, um dos grandes desabafos da literatura pianística, que transita entre o êxtase e a desolação quase sem costura. Os Prelúdios de Rachmaninoff trazem as suas sombras e o seu ímpeto característicos, antes de o Prelúdio, Coral e Fuga de César Franck encerrar o programa com uma grandeza cumulativa — uma obra que canaliza o Barroco através de uma sensibilidade profundamente romântica. Nesta sua estreia na Porto Pianofest, Izik-Dzurko demonstra que este é um artista não apenas a observar, mas a ouvir desde já.
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