Reparamos as nossas florestas íntimas, nutrindo caminhos criativos encantados pelas poéticas negras: cantos, gestos e sons que atravessaram o Atlântico e se reinventaram do outro lado do oceano. O Cosmograma Bakongo orienta esta travessia, como mapa de temporalidades, existências e forças do povo Bantu. Mergulhamos nos horizontes de Kalunga (mar), campo sensível de elaboração espiritual e poética, confluindo corpo, paisagem, movimento e imagem, como territórios de memória e continuidade afrodiaspórica. — Inaê Moreira
Reparamos as nossas florestas íntimas, nutrindo caminhos criativos encantados pelas poéticas negras: cantos, gestos e sons que atravessaram o Atlântico e se reinventaram do outro lado do oceano. O Cosmograma Bakongo orienta esta travessia, como mapa de temporalidades, existências e forças do povo Bantu. Mergulhamos nos horizontes de Kalunga (mar), campo sensível de elaboração espiritual e poética, confluindo corpo, paisagem, movimento e imagem, como territórios de memória e continuidade afrodiaspórica. — Inaê Moreira