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Onde o Corpo Escuta a Matéria — Registos de um Corpo em Trabalho reúne obras desenvolvidas a partir de três residências artísticas realizadas na China entre 2024 e 2025, em Shangyu, Jingdezhen e Yixing. A exposição articula escultura cerâmica, registos visuais e som, assumindo o processo de trabalho, a deslocação e a experiência do território como matéria artística.
Para além das esculturas, a exposição integra fotografias e vídeos realizados durante as residências, reunindo momentos de trabalho, gestos, paisagens e ritmos encontrados nos diferentes contextos onde as obras foram produzidas. Estes registos visuais não funcionam como documentação ilustrativa, mas como parte constitutiva do próprio trabalho, tornando visível o tempo do fazer e as condições de produção que moldaram as esculturas.
A exposição inclui ainda uma criação sonora original do músico Jorge Queijo, concebida especificamente para o espaço expositivo. O som acompanha o visitante desde a entrada, estruturando a experiência da exposição como um campo de escuta onde matéria, imagem e território se cruzam.
Através deste conjunto de escultura, imagem em movimento e som, a exposição propõe uma leitura expandida da escultura, na qual forma, processo e lugar permanecem interligados — vestígios do que o corpo aprende ao trabalhar a matéria em contacto com outras paisagens.
Artista: Sofia Beça
Datas: 11 de abril – 6 de junho de 2026
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Onde o Corpo Escuta a Matéria — Registos de um Corpo em Trabalho reúne obras desenvolvidas a partir de três residências artísticas realizadas na China entre 2024 e 2025, em Shangyu, Jingdezhen e Yixing. A exposição articula escultura cerâmica, registos visuais e som, assumindo o processo de trabalho, a deslocação e a experiência do território como matéria artística.
Para além das esculturas, a exposição integra fotografias e vídeos realizados durante as residências, reunindo momentos de trabalho, gestos, paisagens e ritmos encontrados nos diferentes contextos onde as obras foram produzidas. Estes registos visuais não funcionam como documentação ilustrativa, mas como parte constitutiva do próprio trabalho, tornando visível o tempo do fazer e as condições de produção que moldaram as esculturas.
A exposição inclui ainda uma criação sonora original do músico Jorge Queijo, concebida especificamente para o espaço expositivo. O som acompanha o visitante desde a entrada, estruturando a experiência da exposição como um campo de escuta onde matéria, imagem e território se cruzam.
Através deste conjunto de escultura, imagem em movimento e som, a exposição propõe uma leitura expandida da escultura, na qual forma, processo e lugar permanecem interligados — vestígios do que o corpo aprende ao trabalhar a matéria em contacto com outras paisagens.
Artista: Sofia Beça
Datas: 11 de abril – 6 de junho de 2026
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