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Urgência irónica, vigilância furiosa, caos comedido, angústia a ferver na melancolia de um mundo a arder.
Colocando em diálogo as canções do seu primeiro trabalho (Projecto Ocaso, editado em abril de 2026) com imagens e discursos cristalizados, mas iminentemente presentes na espuma dos dias, Ocaso apresenta-nos uma performance de combate, em tempos de colapso.
Um projeto de Francisco Figueiredo, Francisco Santos e João Campos, que usa a música como ferramenta para pesquisar sobre a memória visual e oral contemporânea.
O último concerto das datas de apresentação do primeiro disco.
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Urgência irónica, vigilância furiosa, caos comedido, angústia a ferver na melancolia de um mundo a arder.
Colocando em diálogo as canções do seu primeiro trabalho (Projecto Ocaso, editado em abril de 2026) com imagens e discursos cristalizados, mas iminentemente presentes na espuma dos dias, Ocaso apresenta-nos uma performance de combate, em tempos de colapso.
Um projeto de Francisco Figueiredo, Francisco Santos e João Campos, que usa a música como ferramenta para pesquisar sobre a memória visual e oral contemporânea.
O último concerto das datas de apresentação do primeiro disco.
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