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Nada de novo sobre o solo afirma a presença encarnada do que já está. O solo recebe a passagem dos corpos e dos gestos e conserva marcas de uso, fricção e desgaste. Não há origem nem revelação súbita. Há matéria que permanece, que exige atenção, que se transforma e continua sem promessa de novidade.
Dizer “Nada de Novo Sobre o Solo” reconhece uma continuidade sem espetáculo. O que surge traz consigo sinais anteriores — restos, repetições, variações mínimas do que já estava. O solo mantém-se como plano onde a matéria e o tempo coexistem, sustentando a experiência naquilo que é físico, concreto e inevitavelmente presente.
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Nada de novo sobre o solo afirma a presença encarnada do que já está. O solo recebe a passagem dos corpos e dos gestos e conserva marcas de uso, fricção e desgaste. Não há origem nem revelação súbita. Há matéria que permanece, que exige atenção, que se transforma e continua sem promessa de novidade.
Dizer “Nada de Novo Sobre o Solo” reconhece uma continuidade sem espetáculo. O que surge traz consigo sinais anteriores — restos, repetições, variações mínimas do que já estava. O solo mantém-se como plano onde a matéria e o tempo coexistem, sustentando a experiência naquilo que é físico, concreto e inevitavelmente presente.
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