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Museu do Porto — Revolu(som)
Concerto The Parkinsons Hard Club, 2015 Fotografia de Rui Oliveira Arquivo KISMIF, © DR
Revolu(som)
10 anos Kismif
Museu do Porto — Revolu(som)
Concerto The Parkinsons Hard Club, 2015 Fotografia de Rui Oliveira Arquivo KISMIF, © DR

A exposição REVOLU(SOM) — 10 ANOS KISMIF faz coincidir a celebração dos cinquenta anos de democracia e os dez anos do festival KISMIF — Keep it simple, make it fast.

Apresenta, por um lado a celebração da democracia, com realce para as palavras e os sons da liberdade, nomeadamente as canções de protesto. Do lado do KISMIF, os grandes protagonistas são o reflexo das últimas edições da conferência, a par daquele que é o fórum mundial de recorte singular, o próprio evento, - pelo seu carácter intersecional e transdisciplinar, dando palco a culturas alternativas e práticas DIY (Do-it-Yourself). Para o Gabinete Gráfico, propomos uma instalação sonora e visual herdeira de forças e de lutas que hoje merecem uma reflexão, ao mesmo tempo que instigamos sobre os aspetos das cenas alternativas e das culturas DIY, apresentando essa herança através da música e da intensa intertextualidade plasmada no cinema e no vídeo, no grafitti e na arte urbana, no teatro e nas artes performativas, na literatura, na rádio, na programação e na edição, no design gráfico, na ilustração, nos fanzines e na banda desenhada.

25
Mai
28
Jul
Biblioteca Municipal Almeida Garrett
16:00

Gratuito

Jardins do Palácio de Cristal, R. de Dom Manuel II

Evento de

Revolução, Já!
Gratuito

A exposição REVOLU(SOM) — 10 ANOS KISMIF faz coincidir a celebração dos cinquenta anos de democracia e os dez anos do festival KISMIF — Keep it simple, make it fast.

Apresenta, por um lado a celebração da democracia, com realce para as palavras e os sons da liberdade, nomeadamente as canções de protesto. Do lado do KISMIF, os grandes protagonistas são o reflexo das últimas edições da conferência, a par daquele que é o fórum mundial de recorte singular, o próprio evento, - pelo seu carácter intersecional e transdisciplinar, dando palco a culturas alternativas e práticas DIY (Do-it-Yourself). Para o Gabinete Gráfico, propomos uma instalação sonora e visual herdeira de forças e de lutas que hoje merecem uma reflexão, ao mesmo tempo que instigamos sobre os aspetos das cenas alternativas e das culturas DIY, apresentando essa herança através da música e da intensa intertextualidade plasmada no cinema e no vídeo, no grafitti e na arte urbana, no teatro e nas artes performativas, na literatura, na rádio, na programação e na edição, no design gráfico, na ilustração, nos fanzines e na banda desenhada.

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