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Criada por Cristina Planas Leitão e Luísa Saraiva, aℳ𝓊𝓁𝒶 nasce no Porto como “um gesto político e artístico independente, assumindo-se como um fim de semana–festival–encontro focado na dança e nas suas linguagens híbridas”. Esta edição piloto acontece entre o pôr do sol de dia 20 e o nascer do sol de dia 22 de março, “celebrando o equinócio da primavera, quando dia e noite se equilibram”. A ℳ𝓊𝓁𝒶 vai passar pelo Sismógrafo, Mala Voadora, RAMPA, Passos Manuel, Teatro do Ferro e Hotelier, “afirmando a importância dos espaços, práticas e comunidades artísticas independentes” da cidade. Destaque para a estreia nacional de performances de Ana Rita Xavier, Ewa Dziarnowska, Liina Magnea, Ofelia Jarl Ortega, Piny e Sancha Meca Castro, e para a apresentação dos últimos trabalhos de Dori Nigro & Paulo Pinto e Sepideh Khodarahmi. Além das performances, há um workshop somático, leituras oraculares, leituras noturnas, festas e um concerto.
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Criada por Cristina Planas Leitão e Luísa Saraiva, aℳ𝓊𝓁𝒶 nasce no Porto como “um gesto político e artístico independente, assumindo-se como um fim de semana–festival–encontro focado na dança e nas suas linguagens híbridas”. Esta edição piloto acontece entre o pôr do sol de dia 20 e o nascer do sol de dia 22 de março, “celebrando o equinócio da primavera, quando dia e noite se equilibram”. A ℳ𝓊𝓁𝒶 vai passar pelo Sismógrafo, Mala Voadora, RAMPA, Passos Manuel, Teatro do Ferro e Hotelier, “afirmando a importância dos espaços, práticas e comunidades artísticas independentes” da cidade. Destaque para a estreia nacional de performances de Ana Rita Xavier, Ewa Dziarnowska, Liina Magnea, Ofelia Jarl Ortega, Piny e Sancha Meca Castro, e para a apresentação dos últimos trabalhos de Dori Nigro & Paulo Pinto e Sepideh Khodarahmi. Além das performances, há um workshop somático, leituras oraculares, leituras noturnas, festas e um concerto.
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