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Evento de apoio à reconstrução do telhado do TEXAS LEIRIA.
Concertos de MR GALLINI, CAT SOUP, SURMA e MARQUISE.
Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro álbum, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país. Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.
Marquise surge no país das morgadinhas, da tradição dos pavimentos melódicos dos anos 90, das baixelas marteladas e pratos ondulados pelo vento. Tudo começa por M nos canaviais do rock que Júlio Dinis sonhou, onde meninas bonitas usam pedais de distorção e criticam ideais liberais - Marquise é Mafalda, Matias, e Miguel vezes dois, como quem se olha ao espelho-elho-elho. Juntos fazem Música de quem kurte o Cobain, a piscar o olho aos génios suicidas de eras feitas à mão, com uma voz feminina capaz de os trazer novamente à vida. Em Seattle chovia o ano todo e os músicos fechavam-se na garagem a tocar. A Marquise queria ser uma varanda no Porto, mas taparam-lhe o ar livre. Agora, munida de garganta, baquetas e palhetas, ataca ferozmente as paredes para se dar a conhecer ao mundo. As canções estão a bater com força, abram-lhe uma janela!
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Concertos de MR GALLINI, CAT SOUP, SURMA e MARQUISE.
Vindos do Porto, os Cat Soup são um quinteto de rock instrumental que se move entre a precisão técnica e a pura energia. Preservam, mesmo assim, uma familiaridade cativante com o heavy rock. O seu primeiro álbum, “you only 180”, editado em 2024, reafirma o poder da banda em palco, com atuações explosivas em salas e festivais de norte a sul do país. Com novas composições que desafiam a forma e a estrutura ortodoxa, os Cat Soup abrem caminho a uma nova fase criativa, já com o olhar posto no terceiro álbum previsto para 2026.
Marquise surge no país das morgadinhas, da tradição dos pavimentos melódicos dos anos 90, das baixelas marteladas e pratos ondulados pelo vento. Tudo começa por M nos canaviais do rock que Júlio Dinis sonhou, onde meninas bonitas usam pedais de distorção e criticam ideais liberais - Marquise é Mafalda, Matias, e Miguel vezes dois, como quem se olha ao espelho-elho-elho. Juntos fazem Música de quem kurte o Cobain, a piscar o olho aos génios suicidas de eras feitas à mão, com uma voz feminina capaz de os trazer novamente à vida. Em Seattle chovia o ano todo e os músicos fechavam-se na garagem a tocar. A Marquise queria ser uma varanda no Porto, mas taparam-lhe o ar livre. Agora, munida de garganta, baquetas e palhetas, ataca ferozmente as paredes para se dar a conhecer ao mundo. As canções estão a bater com força, abram-lhe uma janela!
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