Há um momento em que a natureza se desvela no seu esplendor; o termo anglo-saxónico “still life”, que significa “algo que está quieto, mas não necessariamente morto”, capta esse instante preciso e eterniza-o numa composição plástica.
Nesta conversa com Paulo Farinha Marques, diretor do Jardim Botânico do Porto, a artista Rita Magalhães e a mediação da curadora Manuela Hargreaves, vamos descobrir os labirintos desta teatralização da imobilidade.