PT

EN
MNSR Jardins Imaginados: Pintura de Flores, Botânica e Conhecimento
Jardins Imaginados: Pintura de Flores, Botânica e Conhecimento
Conversa Cruzada com Paula Machado e Ana Catarina Antunes
MNSR Jardins Imaginados: Pintura de Flores, Botânica e Conhecimento
A pintura de flores constituiu um campo privilegiado da natureza morta na Europa, sobretudo nos Países Baixos e na Flandres, alargando-se em seguida a muitos outros países. Embora considerada menor na hierarquia dos géneros de pintura, foi amplamente apreciada por colecionadores, alimentando um mercado dinâmico que valorizava não só a dimensão simbólica e alegórica, mas também a precisão do registo botânico e a sofisticação compositiva, aliadas ao incontornável potencial decorativo.

No século XIX, este interesse pela representação rigorosa das espécies vegetais acompanhou o crescente fascínio pela botânica, impulsionado pelo desenvolvimento científico, pela criação de jardins botânicos e pela circulação de plantas provenientes de diferentes geografias. No Porto, em particular, a botânica assumiu um papel relevante, refletindo-se tanto na valorização do conhecimento naturalista como na introdução, cultivo e estudo de novas espécies, num contexto marcado pela abertura da cidade ao exterior e pela estreita relação entre ciência, arte e paisagem.

Esta conversa com Ana Paula Machado (MNSR) e Ana Catarina Antunes (Arquiteta Paisagista) propõe uma abordagem interdisciplinar, cruzando história e arte para revelar como a Natureza foi percebida e representada nesta época.
10
Mar
2026
2026-03-10T18:00:00Z
2026-03-10T19:00:00Z
Museu Nacional Soares dos Reis
18:00

+Cal

Gratuito

10+
R. de Dom Manuel II, 44

Mais info

MNSR Jardins Imaginados: Pintura de Flores, Botânica e Conhecimento

Guardar no Calendário

MNSR Jardins Imaginados: Pintura de Flores, Botânica e Conhecimento
Gratuito
Conversa
A pintura de flores constituiu um campo privilegiado da natureza morta na Europa, sobretudo nos Países Baixos e na Flandres, alargando-se em seguida a muitos outros países. Embora considerada menor na hierarquia dos géneros de pintura, foi amplamente apreciada por colecionadores, alimentando um mercado dinâmico que valorizava não só a dimensão simbólica e alegórica, mas também a precisão do registo botânico e a sofisticação compositiva, aliadas ao incontornável potencial decorativo.

No século XIX, este interesse pela representação rigorosa das espécies vegetais acompanhou o crescente fascínio pela botânica, impulsionado pelo desenvolvimento científico, pela criação de jardins botânicos e pela circulação de plantas provenientes de diferentes geografias. No Porto, em particular, a botânica assumiu um papel relevante, refletindo-se tanto na valorização do conhecimento naturalista como na introdução, cultivo e estudo de novas espécies, num contexto marcado pela abertura da cidade ao exterior e pela estreita relação entre ciência, arte e paisagem.

Esta conversa com Ana Paula Machado (MNSR) e Ana Catarina Antunes (Arquiteta Paisagista) propõe uma abordagem interdisciplinar, cruzando história e arte para revelar como a Natureza foi percebida e representada nesta época.

Partilhar

Relacionados

Da secção

Conversas
MNSR Jardins Imaginados: Pintura de Flores, Botânica e Conhecimento
agenda-porto.pt desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile