Pelos anos 30 e 40 do século XIX, Paris começou a tornar-se o coração pulsante da vida artística europeia, substituindo Roma como ponto de encontro de artistas de toda a Europa.
Ao contrário de Roma, onde o mecenato da Igreja e da corte continuava a ser predominante, Paris desenvolveu um mercado de arte público dinâmico. Os Salons, abertos a todos os artistas após a Revolução Francesa, atraíam centenas de milhares de visitantes, gerando oportunidades inigualáveis de reconhecimento e de contacto com colecionadores.
A Paris do Barão Haussmann, dos boulevards e dos cafés, era cosmopolita, boémia, livre e criativa, tornando-se o epicentro das vanguardas artísticas europeias. Os nossos artistas viveram-na intensamente. Venha ver como.