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[Maus Hábitos] - O Pobre é como o Porco: aproveita-se tudo! 01.10
O Pobre é como o Porco: Aproveita-se Tudo!
Encenação de Tiago Ribeiro e texto de Diniz Cayolla Ribeiro
[Maus Hábitos] - O Pobre é como o Porco: aproveita-se tudo! 01.10

Rui é chamado à direção da empresa financeira onde trabalha. Regina, a CEO, comunica-lhe que será despedido por desempenho insuficiente. Contudo, oferece-lhe uma última oportunidade: uma partida de xadrez que determinará o seu destino. Se Rui vencer, mantém o emprego, mas outro colega será dispensado; se perder, sai sem compensação; se empatar, perde o posto, mas com direito a subsídio. A peça evoca a célebre partida entre o cavaleiro e a morte em O sétimo selo (1957), de Ingmar Bergman, para encenar o confronto entre duas visões do mundo: Regina, que acredita no mérito e na ascensão pelo trabalho, e Rui, defensor de ideais de justiça social.

Entre lances e provocações emergem questões sobre desigualdade, mérito e a funcionalidade social da pobreza, ecoando as reflexões críticas do sociólogo Herbert Gans. À medida que o jogo avança, as certezas esbatem-se. No tabuleiro de casas pretas e brancas instala-se o cinzento: posições ambíguas, lances que podem ser formas de resistência. No final, permanece a pergunta que cada espectador terá de enfrentar: quem, afinal, ganha esta partida?














01
Out
2026
2026-10-01T21:30:00Z
2026-10-01T23:00:00Z
Maus Hábitos
21:30

+Cal

5€
R. de Passos Manuel, 178 4º Piso

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[Maus Hábitos] - O Pobre é como o Porco: aproveita-se tudo! 01.10
Teatro

Rui é chamado à direção da empresa financeira onde trabalha. Regina, a CEO, comunica-lhe que será despedido por desempenho insuficiente. Contudo, oferece-lhe uma última oportunidade: uma partida de xadrez que determinará o seu destino. Se Rui vencer, mantém o emprego, mas outro colega será dispensado; se perder, sai sem compensação; se empatar, perde o posto, mas com direito a subsídio. A peça evoca a célebre partida entre o cavaleiro e a morte em O sétimo selo (1957), de Ingmar Bergman, para encenar o confronto entre duas visões do mundo: Regina, que acredita no mérito e na ascensão pelo trabalho, e Rui, defensor de ideais de justiça social.

Entre lances e provocações emergem questões sobre desigualdade, mérito e a funcionalidade social da pobreza, ecoando as reflexões críticas do sociólogo Herbert Gans. À medida que o jogo avança, as certezas esbatem-se. No tabuleiro de casas pretas e brancas instala-se o cinzento: posições ambíguas, lances que podem ser formas de resistência. No final, permanece a pergunta que cada espectador terá de enfrentar: quem, afinal, ganha esta partida?














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