PT

EN
Manuel António Pina: Dois Filmes
Manuel António Pina: Dois Filmes
As Casas não Morrem + Um sítio onde pousar a cabeça
Manuel António Pina: Dois Filmes
“Há uma imensidão entre nós e as palavras. Só num ato de amor é possível ir ao encontro delas e deixar que elas venham ao nosso encontro.” Estes dois filmes são atos assim, pontos de encontro, de viva voz, com Manuel António Pina. Em ambos, a casa assume uma dimensão simbólica, sendo o lugar do regresso à infância através da escrita e da memória. Na curta-metragem As Casas não Morrem, acompanha-se o processo de mudança da casa onde Pina habitou durante mais tempo, revelando-se as ligações, afetivas e reais, entre a sua poesia e os lugares que lhe deram corpo. Em Um sítio onde pousar a cabeça, vai-se do locus solus da sua casa aos lugares onde se sentia em casa (o restaurante Convívio, por exemplo). Para além das suas palavras (“Preciso muito de solidão”; “A verdade, forma de aparição, é mais forte à noite”; “A poesia é inútil”), o filme faz-se das vozes de quem com ele conviveu e o leu/lê. Eduardo Lourenço define-o de forma lapidar: “Poeta de uma quotidianidade simples e metafísica ao mesmo tempo.”
28
Mar
2026-03-28T16:00:00Z
2026-03-28T17:15:00Z
TNSJ — Teatro Nacional de São João
16:00

+Cal

3€
Praça da Batalha

Mais info

Manuel António Pina: Dois Filmes
Filme
“Há uma imensidão entre nós e as palavras. Só num ato de amor é possível ir ao encontro delas e deixar que elas venham ao nosso encontro.” Estes dois filmes são atos assim, pontos de encontro, de viva voz, com Manuel António Pina. Em ambos, a casa assume uma dimensão simbólica, sendo o lugar do regresso à infância através da escrita e da memória. Na curta-metragem As Casas não Morrem, acompanha-se o processo de mudança da casa onde Pina habitou durante mais tempo, revelando-se as ligações, afetivas e reais, entre a sua poesia e os lugares que lhe deram corpo. Em Um sítio onde pousar a cabeça, vai-se do locus solus da sua casa aos lugares onde se sentia em casa (o restaurante Convívio, por exemplo). Para além das suas palavras (“Preciso muito de solidão”; “A verdade, forma de aparição, é mais forte à noite”; “A poesia é inútil”), o filme faz-se das vozes de quem com ele conviveu e o leu/lê. Eduardo Lourenço define-o de forma lapidar: “Poeta de uma quotidianidade simples e metafísica ao mesmo tempo.”

Partilhar

LINK

Relacionados

Da secção

Cinema
The Lady Vanishes, de Alfred Hitchcock
Matinés do Cineclube
Cinema

Filme

Morvern Callar, de Lynne Ramsay
Road movie
Cinema

Filme

Vida Moderna, de Jacques Tati
Carta Branca a Luis Miguel Cintra
Cinema

Filme

David Bowie & Group, Jane, Andy, Glenn, ...
Programa: David Bowie, Uma Odisseia
Cinema

Filme

A Forja 3
Apresentação de livro do Curso de Crítica de Cinema do Batalha Ce...
[Batalha] - Apresentação do livro "A Forja 3"
Cinema

Conversa

Le Sourire Vertical, de Robert Lapoujade
Sessão programada e apresentada por Saguenail
[Batalha] - Le Sourire Vertical
Cinema

Gratuito

Filme

OceanXplorers - Episódio: Tubarão Juráss...
Ciclo cinema documental: Nova Cultura do Oceano
[Serralves] - OceanXplorers - Episódio: Tubarão Jurássico
Cinema

Gratuito

Filme

Ziggy Stardust and the Spiders from Mars...
Programa: David Bowie, Uma Odisseia
Cinema

Filme

David Bowie: The Last Five Years
Documentário sobre os últimos anos do artista
Cinema

Filme

Sessões Filmaporto: Kalliopē e o Caminho...
Apresentada pelo realizador
[Batalha] - Kalliopē e o Caminho Sintrópico da Musa
Cinema

Gratuito

Filme

Manuel António Pina: Dois Filmes
agenda-porto.pt desenvolvido por Bondhabits. Agência de marketing digital e desenvolvimento de websites e desenvolvimento de apps mobile